Cuiabá (MT), 18 de agosto de 2017 - 00:31

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10/06/2017 08:56 OlharDireto

Por unanimidade, soldado é absolvido por duas mortes após assalto na Casa de Câmbio

Atendendo a pedido do  Ministério Público Estadual que argumentou pela absolvição, o soldado Leandro Almeida de Souza, réu por duas mortes ocorridas durante assalto em uma casa de câmbio na cidade de Cuiabá,foi absolvido na noite desta sexta-feira, 9 de junho. O policial foi julgado pela Décima Primeira Vara Criminal Especializada da Justiça Militar. A audiência foi  conduzida pelo juiz auditor Marcos Faleiros e acompanhada por outros quatro magistrados que acompanharam a mesma decisão.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 13ª Promotoria de Justiça Criminal, ofereceu denúncia contra Leandro, acusado de ter efetuado os disparos que atingiram a jovem Karina Fernandes Gomes e o soldado Danilo César Fernandes Rodrigues, durante assalto em uma casa de câmbio da Capital.
 
O assalto ocorreu no dia 24 de fevereiro de 2014, por volta das 16h. Na ocasião, o meliante Edilson Pedroso da Silva entrou na casa de câmbio buscando informações sobre empréstimo e, na sequência, sacou uma arma de fogo da cintura e, antes mesmo de anunciar o assalto foi surpreendido com vários disparos efetuados pelo soldado Leandro Almeida de Souza.
“Apurou-se que em decorrência da inobservância do dever de cuidado, impelido por ações marcadas pela imprudência e imperícia, que desprezaram a boa técnica preconizada no Manual de Procedimento Operacional Padrão da PMMT, dois dos vários disparos efetuados acertaram alvos não visados,que levaram a óbito as vítimas Karina Fernandes Gomes, que estava próxima à linha de fogo e Danilo César Fernandes Rodrigues,que se encontrava ao lado do denunciado”, diz um trecho da denúncia.
Durante as investigações, foi constatado que nenhum dos 16 projéteis ou fragmentos coletados no local do crime e nos corpos as vítimas provieram da arma de fogo do assaltante.
 
A vítima Danilo César Fernandes Rodrigues e o denunciado, conforme o Ministério Público, faziam o policiamento ostensivo na Praça Santos Dumond e foram à Casa de Câmbio para para usar o banheiro e bebedouro, quando houve a ocorrência dos fatos.
 
Durante o julgamento, o Ministério Público salientou que a ocasião foi uma reunião de coincidências ruins. Como exemplo, o projétil que matou Karina Fernandes teria ricocheteado em uma parede da casa de câmbio. 


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