16 de janeiro de 2021 - 06:27

Eventos

Janete Manacá Lançará 5 Livros na Casa das Pretas 11 Dezembro 19 h

AUTORA LANÇA 5 LIVROS NUMA ÚNICA NOITE

 

 A escritora e poeta Janete Manacá lança no próximo dia 11 de dezembro cinco livros, por meio do portal online do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune-MT), a Casa das Pretas. Tecelã de memórias, (narrativas), Valentina, A menina que brinca com o vento (infantil), Outono para além da janela (poesia), GAIA - A poética silenciosa do Amor (poesia) e A sabedoria dos caminhos: poesia em tempos de pandemia são as novas obras de Manacá.

 

Os livros já estão à venda e podem ser adquiridos com a autora, que futuramente pretende realizar o lançamento deles de forma presencial, com mais segurança.

 

Em 2018, aos 61 anos, já aposentada como servidora pública federal, lançou numa única noite 3 livros de poesias: Deusas aladas, A última valsa e Quando a vida renasce do caos. Em 2019 houve mais dois lançamentos: Sinfonias do entardecer e Extasiada de infinitos. 

 

As protagonistas das suas poesias são a Mãe Terra, as ancestrais e as mulheres em conexão com o sagrado útero planetário. À essas mulheres, com essas mulheres e por essas mulheres ela escreve. Sua poesia contém perfume, memória, sabor, cura e proteção, que invoca e convoca todas essas mulheres a estarem no seu lugar de guardiã, devota, curandeira, parteira, rezadeira, raizeira, benzedeira, dentre outras, num acolhimento afetivo, solidário e amoroso. 

 

 

Tecelã de memórias

 O livro Tecelã de Memórias, com ilustrações de Elis Souza Rockenbach, capa da artista plástica Cidinha Ferreira e prefácio da atriz Lúcia Palma, é marcado por reminiscências que povoaram o imaginário da autora, da infância à vida adulta e agora são compartilhadas com seus leitores. Em “A menina que nunca deixou de sonhar” a autora relata seu cotidiano nos rigorosos dias de inverno na lavoura de café no norte do Paraná. “A vida não oferecia uma segunda chance. Ou vencíamos os desafios ou eles nos destruíam sem nenhuma piedade. Na lei dos mais fortes, os frágeis vencem pela teimosia...” Remeteu-me a Ana Terra, de Érico Veríssimo: “vou vencer por birra”, destaca Lúcia Palma, atriz e especialista em semiótica da cultura.

 Na narrativa “Crianças boias-frias e as aventuras na colheita de algodão” ela conta que aos 10 anos teve que deixar a escola no término do segundo ano primário por “necessidade de sobrevivência”(sic)... “nem o amor ao conhecimento e a súplica da Professora” puderam salvá-la. Ela diz: “fome não rima com poesia e muito menos com o desejo de sonhar”, ressalta Lucia Palma.

 A autora relata de maneira especial sua acolhida por Cuiabá desde o início e como ela se apaixonou por essa Capital. Em suas narrativas ela faz um passeio pela vida noturna da cidade, suas descobertas culturais, as relações de amizade com artistas que tocaram seu coração e o encanto com as belezas de Chapada dos Guimarães, com destaque à cachoeira “Véu da Noiva”.

 

 

Valentina, a menina que brinca com o vento

 Com ilustrações de Elis Souza Rockenbach, o livro “Valentina, a menina que brinca com o vento” é a primeira produção infantil da autora e conta as aventuras criativas de uma menina, que até os 8 anos de idade viveu no campo e usufruiu dos benefícios da mãe natureza. As ilustrações em preto e branco, tem como objetivo propiciar à criança uma interação lúdica com a obra. “Cada criança é única e traz em si um inesgotável potencial artístico. Então é ela quem irá, de acordo com a sua percepção, colorir o livro, dando ao mesmo a cor que lhe sugere a história”, conta Manacá.

 Nas páginas finais há alguns jogos como, caça palavras, entre outros, que também instigam o desenvolvimento intelectual e criativo da criança. “Por incrível que pareça este livro teve boa aceitação inclusive entre os adultos que entram em harmonia colorindo as ilustrações”, conclui a autora.  

 

 

Outono para além da janela

 

Capa da artista plástica Cidinha Ferreira e prefácio da poeta Mirian Marclay. Esse livro foi inspirado em várias vivências cotidianas e muitas delas remetem à infância, mais especificamente a estação de outono. Essa estação que traz como lição a necessidade de exercer o desapego é um tempo de reclusão e de compreender que o ser humano é uno com a natureza. É um momento de maturidade que traz reflexões acerca das perdas e conquistas e nos ensina a ressignificar o que realmente é importante na vida.

 Conforme descrito em seus versos, o outono trouxe muita dor à vida da autora, e a fez compreender que era nessa estação que as grandes mudanças aconteciam. Um período de muitas dificuldades. Era preciso despir-se da pele habitada para que nova roupagem pudesse revestir o corpo para a chegada do inverno.

 “A poesia é um resgate de si mesmo no tempo presente. E esta obra é um presente que nos instiga a resgatar-nos um pouco mais através do olhar sensível e conectado a Gaia desta autora tão sensível e ligada aos movimentos atuais – sem esquecer de suas raízes atemporais,” ressalta Miriam Marclay, poeta e escritora.

 “Entre o parapeito e as flores / o olhar expandido voa / para além dos sentimentos / quantas poesias foram colhidas / entre as folhas brincando ao vento / aos olhos apressados do tempo (...)”, poesia, com o mesmo título do livro.

 

 

GAIA – a poética silenciosa do amor

 

Capa do artista plástico José Augusto e prefácio da poeta Lívia Bertges. Gaia – a poética silenciosa do amor nasceu em plena pandemia e chama a atenção para o cuidado amoroso e necessário àquela que tudo nos prove: a Mãe Terra. O livro traz a tona reflexões acerca deste momento de incertezas e conclama às pessoas para uma nova era de amor, entrega, partilha e solidariedade. A autora espera que as poesias nele contidas possam reverberar a urgência do cuidado planetário. 

 O livro faz um convite às curandeiras e guardiãs da vida planetária sob ameaça de extinção a darem as mãos numa harmoniosa ciranda para acolhê-la com amor e bem-quer. “Vigie a plenitude da Terra, escute o silêncio. Acolha-os. Este é o convite primordial desta escrita-anfitriã de Janete Manacá”, reforça, Lívia Bertges, poeta e doutora em estudos literários pela UFMT.

 De acordo com a autora, Gaia é e sempre será protagonista das suas poesias. “Seus dias são de vigília universal / Têm destaque nos meus versos / transbordam nas páginas do meu ser / sua força é proteção / dos meus dias inquietos / Senhora dos meus desertos,” estrofes da poesia, Senhora dos meus desertos.

A SABEDORIA DOS CAMINHOS: poesia em tempos de pandemia

 A capa dessa obra é da artista plástica Daniela Monteiro e prefácio de Silviane Ramos, Herdeira do Quilombo do Quariterê. Esse livro foi produzido totalmente durante na quarentena. As 101 poesias nele contidas fazem parte do “Momento com Gaia”, projeto criado no início da pandemia e tem por finalidade enviar todas as noites um áudio com poesias de autoria de Janete Manacá para centenas de pessoas do Brasil e outros países, via whatsApp.

 Esse projeto nasceu com a necessidade de expressar o seu afeto a dezenas de pessoas que estavam ansiosas, depressivas e muitas delas desenvolvendo síndrome de pânico. Já foram enviadas mais de duzentas poesias. Além desse, já esta em andamento mais um livro. “Expostos à iminência da morte, fomos tocados pelo desejo de viver. O projeto continua a todo vapor. Às vezes quando eu atraso o envio as pessoas me mandam mensagens cobrando. Muitas não dormem enquanto não ouvem o Momento com Gaia”, declara Janete.

 “De repente o passado já não cabia no hoje. A cadeira de balanço passou a ser o lugar mais cômodo para repensar a vida e dar novos tons ao cotidiano. Era preciso aprender a lidar com as frustrações, curar as feridas, perdoar, desenvolver a compaixão, saber ouvir. O momento pedia calma, acolhimento, solidariedade, desapego, entrega, amor. Havia uma necessidade urgente em aprender a organizar o caos, arrumar a casa, exercitar a compreensão, dialogar, ser e estar no mundo vivenciando o agora na intensidade que o momento requeria. Como um convite que a todo instante nos instigava a reinventar novos caminhos,” esclarece Janete na apresentação.

 

 (foto: Fred Gustavos)

 

Sobre a autora

Janete Manacá (Janete Ferreira da Silva) é filha de camponeses, aposentada, escritora e poeta. Passou a infância num povoado rural no norte do Paraná. Ama a vida, a natureza e todas as formas de arte. Bacharel em Serviço Social, Rádio e TV e Filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). É colaboradora do Parágrafo Cerrado e integrante do Coletivo Literário Maria Taquara, ligado ao Mulherio das Letras/MT. Possui poesias publicadas na Revista Pixé, Ruído Manifesto, Ser MulherArte, TyrannusMelancholicus e outras mídias.

Serviço

 O QUÊ: Lançamento das obras

  1. Tecelã de memórias
  2. Valentina, a menina que brinca com o vento
  3. Outono para além da janela
  4. GAIA - A poética silenciosa do Amor
  5. A SABEDORIA DOS CAMINHOS: poesia em tempos de pandemia


QUANDO: 11 de dezembro de 2020, às 19h

ONDE: Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune-MT), a Casa das Pretas (LIVE)

MEDIADORA: Marta Cortezão do Mulherio das Letras da Espanha

 Elienai Corrêa

Jornalista DRT/MT 1835

 

 

 

 

 

 

 


Lançamento do livro: “CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de dragão” 01 Dezembro - Sesc Arsenal

Lançamento e Sessão de Autógrafos

Do livro: “CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de dragão

Autor: Marcelo Pereira, escritor, biólogo e professor.

Dia: 01/Dezembro/2020 às 18horas-

Local: Sesc Arsenal Biblioteca, Rua 13 de junho, Centro Sul, S/n, Cuiabá/MT.  

 

 

O livro“ CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de dragão”, lançamento inédito da Umanos Editora, no gênero fantasia de literatura nacional, apresenta uma história intrigante que supera grandes enredos já publicados. Trata-se de uma ficção que instiga e surpreende o leitor coma narrativa de uma saga entre reinos primitivos e mundos diferentes na batalha por sobrevivência, que envolve poder e magia contidos em relíquias sagradas de dragões. Este é o primeiro volume de uma série, cujo enredo apresenta clãs sombrios obstinados, outros destemidos decididos a encontrarem relíquias de poder a qualquer custo, quebram protocolos, se reinventam, enquanto há também os que atuam com intuito de formarem uma sociedade intelectualizada.

Essa é a publicação de estreia do autor, obra que foi escrita toda a punho. O público vai percorrer uma jornada de heroísmo, enigmas, transformações, disputas, decepções, perdas, onde o preconceito, a ganância, a sedução e o poder imperam sobre mundos obscuros. 

Em mais de quatrocentas páginas de aventura e magia, o leitor é convidado a conhecer uma floresta milenar do mundo medieval, habitada por vilões e guerreiros vigorosos, onde a magia faz parte dos reinos. Lugar onde há seres destemidos que surgem de várias raças, dentre animais e feras híbridas. Eles possuem forças descomunais, usam a energia dos próprios corpos para transmutá-los, assim como o ar da órbita em torno deles, o que os tornam hábeis e ágeis para o combate. Nessa época remota, também vive uma parte oprimida, minoritária e alvo dos clãs sombrios e robustos, formada por seres humanos. Devido a fragilidade que eles possuem e incapacidade de absorver a energia do ambiente que vivem, são utilizados como alimento e para o trabalho escravo dos seres poderosos.

 

Mas, é do recôndito das feras sombrias que surge a benevolência de outras espécies, em favor dos seres frágeis, devido a bondade percebida neles. É aí que o leitor vai conhecer a trajetória de guerreiros e vilões, cercada por muitos desafios e bravas lutas, além de descobrir como uma relíquia sagrada milenar pode ser a chave para revelações emocionantes.  

O roteiro dissertado no livro é intrigante, repleto de aventura, muita ação e batalhas internas que podem fazer o leitor duvidar até das próprias escolhas quando deparar com personagens cativantes, tornando-o fascinado pelas histórias apresentadas por eles, um emaranhado de fantasias que não termina com desfecho previsível. O convite aos leitores é que se preparem para adentrar a essa egrégora de reinos que surpreenderá você em cada quinhão da saga, pois do Clã mais simples e menos preparado, poderá surgir o pior de todos os inimigos. Isso é o que oferece o primeiro volume da obra que apresenta apenas o começo de uma narrativa impactante, até então inimaginável para os leitores.

 

 

Serviço:

Título do livro: CRÔNICAS DO IMPERADOR: Relíquias de Dragão.

Autor: Marcelo Pereira.

Páginas: 420 / Edição: 1ª - / Formato: 15,5x22,5cm / Acabamento: Brochura.

Categoria: Fantasia, Ficção, Literatura Nacional.

Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2020. (www.grupoumanos.com.br)

Valor: R$ 65,00

 

Contato:

 

NELITON GOIS

Diretor de Marketing - Cel: (65) 9 9629-3453

E-mail: [email protected]

 


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Esta modalidade não possui reembolso.
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Clube do Ceramista visita o atelier Regina Calazans nesta sexta-feira (13/11)

 

 

Toda sexta-feira do mês acontece a edição do Clube do Ceramista.

Nesta próxima sexta (13/11) o encontro virtual será no ateliê da artista visual e ceramista Regina Calazans.

O Clube do Ceramista é uma iniciativa do Sesc Arsenal, que convida toda semana um ceramista a abrir as portas de seus espaços de criação.

Os encontros são das 14 hs às 15 hs pela plataforma Google Meet e o link é disponibilizado dias antes do encontro.

Acompanhe as redes sociais do Sesc Arsenal para ficar por dentro da programação e acesso aos links dos encontros.

 

Vida e obra da Artista 

Regina Ortega Calazans, natural do Paraná e mato grossense de coração!
Professora grande parte da vida, mãe, esposa, avó e uma pessoa apaixonada pelo barro!
É gratificante ver a massa transformar-se em belas obras, através de nossas mãos!
Trabalhamos com a energia contida nela e passamos às obras toda nossa energia.É fascinante! Por isso, quando estou esculpindo algo, sempre mentalizo as melhores energias para quem a adquirir.

Aprendemos muito com o barro, principalmente ser pacientes e esperar as etapas necessárias para que a finalização seja perfeita!!


Comecei a esculpir em 2015, e tive a oportunidade de participar de algumas exposições e feiras:
Transmitilogismo João e Maria, idealizada por João Sebastião; Opus Magna em homenagem a Magda Domingos, Isaca- I Semana de Arte e Cultura da Amamentação-Palácio da Instrução, curadoria de Ronei Ferraz, Pandora Brasil-Maitres, a convite de Áurea Meira, exposição virtual, Exposição de Presépios no Sesc Arsenal, curadoria Ronei Ferraz, Corpus Pretus, exposição virtual da Casa das Pretas, a convite de Gilda Portella.


Faço parte do Coletivo Ceramistas do Mato e, com o grupo, participei de duas Feiras do Ceramistas, no Sesc Arsenal e da construção de dois painéis expostos na entrada do Sesc , durante a feira, com obras de vários participantes do coletivo.

 


Campanha leva ajuda a mais de mil famílias atingidas pelo fogo em MT

 

 

Em pouco mais de um mês de atuação, o Movimento SOS Filhas do Cerrado e do Pantanal ajudou a amenizar, com a entrega de alimentos, água, máscaras e itens de higiene, a situação emergencial de 1.047 famílias de comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais atingidas pelos incêndios e a seca em Mato Grosso.

A campanha de arrecadação e entrega de suprimentos alimentícios, higiênicos, água potável, sementes e ferramentas é articulada pelo Centro Cultural Casa das Pretas com o apoio do Instituto Centro de Vida (ICV) e contabiliza, desde 25 de setembro, a entrega de 1.047 cestas básicas, 1.360 litros de água mineral, 275 máscaras e quase 140 litros de álcool em gel.

A mobilização estava prevista para durar até o dia 30 de novembro, mas deve ser prorrogada em razão dos bons resultados.

“À princípio era uma articulação artístico e cultural para dar visibilidade às mulheres negras e indígenas, mas então vimos essa demanda de ajudar comunidades em situação de risco pela pandemia e pelas queimadas. Nos deparamos com a questão: como promover atividades culturais enquanto as roças e os territórios dessas pessoas estão nessa situação?”, conta Paty Wolf, coordenadora da Casa das Pretas e uma das idealizadoras do projeto.

 

SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA

 

Os incêndios acentuaram a situação de extrema de vulnerabilidade socioeconômica que as comunidades rurais enfrentavam desde abril, com o advento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

“As pessoas perderam emprego e não podiam vender mais o que produziam nas comunidades, como farinha e outros produtos artesanais, elas iam vender nas feiras, em mercadinhos, nas ruas. Embora não estivessem vendendo, podiam ainda produzir para o próprio consumo”, afirma Deroní Mendes, coordenadora do Programa de Direitos Socioambientais do Instituto Centro de Vida (ICV). “Aí veio o fogo e destruiu essa possibilidade também.”

A campanha ainda deve atender 1.327 famílias distribuídas entre 53 comunidades cadastradas pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas de Mato Grosso (Conaq-MT), a Federação dos Povos Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT) e a Rede de Comunidades Tradicionais do Pantanal.

As organizações realizaram o levantamento das comunidades, número de famílias e as necessidades mais urgentes de cada uma.

O movimento articula o recebimento das doações, logística e ordem das entregas, que varia de acordo com a quantidade dos suprimentos arrecadados. “A gente espera ter no mínimo cem cestas básicas para articular a logística de entregar e atender mais de uma comunidade por viagem”, explica Deroní.

Ao total, foram identificadas 1.456 famílias indígenas, 687 quilombolas e 221 pantaneiras para atendimento emergencial nos dois biomas no estado.

A periodicidade das idas às comunidades depende do fluxo de doações, que podem ser realizadas por dinheiro ou entrega de produtos na sede do ICV em Cuiabá até o fim do mês.

Cada uma das comunidades conta com um ponto focal que recebe e distribui os donativos de forma documentada com as assinaturas das famílias beneficiárias.

PÓS FOGO

O Pantanal é conhecido por sua biodiversidade, que neste ano sofreu efeitos possivelmente irreversíveis.

Dependentes da fauna e flora de seus arredores, as numerosas comunidades humanas rurais do bioma ainda carecem de visibilidade. Por isso também a importância da articulação entre as organizações representativas das comunidades. É o que explica Deroní.

“O movimento foi uma força para unir as comunidades, muitas vezes afastadas e de difícil acesso, para levar as demandas para fora e atrair essa ajuda, que ainda vai ser necessária nos próximos meses”, diz.

O agricultor familiar e pescador Edson Dias do Nascimento perdeu, além do roçado, as duas vacas que possuía.

Hoje comemora as primeiras chuvas na comunidade Acorizal de Barão do Melgaço e uma das que recebeu o apoio da campanha. “Mas ainda falta chuva pra gente plantar, o que a gente perdeu não recupera mais”, comenta.

O início do período chuvoso em outubro ajudou a apagar o fogo, mas levou a fuligem contaminante aos córregos que não secaram no período da estiagem, um dos mais fortes dos últimos anos no bioma.

De acordo com Eliane Xunakalo, assessora da FEPOIMT, a água potável é uma demanda urgente entre os povos indígenas. “Essas primeiras chuvas levam as cinzas para a água e até que os rios se limpem, vai precisar de bem mais”, explica.

A situação crítica é estendida ao Cerrado: lideranças da Terra Indígena Tadarimana, localizada no município de Rondonópolis, relataram durante uma entrega de doações a mortandade dos peixes nos córregos.

Mesmo com a intensificação das chuvas das próximas semanas, os efeitos dos incêndios devem perdurar.

 

RECONSTRUÇÃO LENTA

As populações atingidas relatam a necessidade de mudas, sementes, ferramentas para a reconstrução dos meios de vida.

O período chuvoso e a pandemia ainda acentuam a dificuldade no deslocamento entre as cidades e as comunidades, em geral afastadas dos centros urbanos.

“A questão não termina com as cestas básicas, ainda tem outros meses e outros momentos onde há a necessidade. A devastação continua e ainda temos muitas demandas”, diz Cláudia Pinho, representante da Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras.

Nas aldeias indígenas, Eliane explica que a destruição do roçado, das plantas medicinais e das palhas utilizadas na confecção das moradias de alguns povos indígenas será superada em um processo lento.

O buriti, por exemplo, deve ainda demorar dois anos para crescer e para suas palhas servirem na confecção das moradias de determinados povos, que agora precisam substituir o artefato por lonas.

Um deles é a etnia bororo da TI Tereza Cristina, uma das três terras indígenas localizadas na porção mato-grossense do Pantanal e de onde alguns anciões, mulheres e crianças chegaram a ser evacuados com o avanço do fogo.

“Foi uma sinergia de impactos sobre a gente”, conta Estêvão Bororo, representante da Associação TugoBaigare e morador da aldeia Córrego Grande, de onde cerca de 50 moradores tiveram de sair de suas casas com a proximidade do fogo e também onde um ancião foi vitimado pela Covid-19.

Agora, afirma o indígena, as famílias sentem os efeitos psicológicos somados aos impactos da destruição da fauna e flora.

Estêvão explica que, além do afugentamento dos animais para outras áreas e a resultante escassez da caça, a perda da vegetação nativa impede o extrativismo praticado tradicionalmente pelas famílias, importante por motivos que excedem a segurança alimentar sob risco.

“Está integrado o olhar territorial, o processo holístico e tradições orais. São as mães que levam os jovens para as matas, há o ensinamento de manusear e conhecer os frutos, o que tá envolvido na área do ponto de vista do sagrado também”, diz.

O Movimento SOS Filhas do Cerrado e do Pantanal planeja realizar o levantamento das comunidades e famílias interessadas em assessoria técnica para apoiar ações de reflorestamento e reconstrução de hortas e roças. A ideia é mapear o número de famílias interessadas e o total de área por comunidade, identificando a quantidade de hectares para apoio nos plantios.

“Tá tudo morto. Viver não vai mais, né? Tem que esperar chover para nascer outros tipos de erva e de mato. Agora tá tudo seco. Não tem mais nada verde. Tudo seco, tudo morto”, repete Benedita Taques, uma das beneficiárias da ação, em minidocumentário produzido pelo ICV

As mulheres do movimento ressaltam a importância da campanha como resultante da articulação, união e apoio entre os três grupos rurais das áreas atingidas – quilombolas, pantaneiras e indígenas, mas que medidas em outras estâncias devem ser tomadas para apoio às populações.

“Quando nos unimos enquanto sociedade civil para arrecadação, estamos trabalhando num apoio emergencial, mas entendemos que precisa de políticas públicas para atender de maneira efetiva essas comunidades”, avalia Paty.

Eliane afirma que existe a necessidade de um planejamento para a época da seca nos biomas de Mato Grosso – Pantanal, Cerrado e Amazônia – nos próximos anos.

“Foi um fogo fora do normal e não queremos que vire regra. Os biomas são atacados e os seus habitantes sofrem com essas ameaças. São nossa casa e da nossa casa a gente cuida bem. A fauna e a flora estão interligadas com os povos”.

 


Lançamento do Livro: BARDO

 

Uma Obra escrita por 24 poetas mato-grossenses, uns de chapa, outros de coração.

BARDO– Versos e Rimas é um projeto da Umanos Editora, escrito por com 24 coautores regionais, uma oportunidade para lançamento de novos poetas no mercado literário. No entanto, é uma obra com veteranos no mundo da poesia, como a escritora e poetisa Marília Beatriz de Figueiredo Leite, membro da Academia Mato-grossense de Letras(in memoriam). Com muito carinho, ela compôs lindas poesias para livro Bardo, pouco antes da partida dela.

A organização geral do livro é do escritor Néliton Góis, diretor de marketing da Umanos Editora. O livro consiste em poesias de diversos gêneros poéticos, uma literatura com requinte de uma escrita singular e com diversidade nos temas, que são contemporâneos, com significado ímpar para provocar reflexões aos leitores.

Os poetas desse projeto são de várias áreas de atuação, publicitários, jornalistas, filósofos, professores, funcionários públicos e empresários. Todos com único objetivo, mostrar a leveza em cada palavra e que poetizar pode acontecer, basta querer.

A Umanos Editora lança escrita que direciona o leitor à uma viagem por entre espaços, situações e o tempo. Um livro para quem gosta de ver o modernismo, o minimalista e a contemporaneidade de uma escrita com um sentido e liberdade poética, desde a narração quanto à erudição.

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      

O livro será lançado no dia: 24 de Novembro/2020 (terça-feira)

Horário:18h30Local:Sesc Arsenal–Rua 13 de junho, s/n–Centro Sul, Cuiabá/MT.

 Serviço:

Título do livro: Bardo – Versos e Rimas

Gênero: Literatura Brasileira / Poesia

Páginas: 116 / Edição: 1ª / Preço: R$ 30,00 / Formato: 14 x 21cm / Acabamento: Brochura

ISBN: 978-65-990096-0-0 Categoria: Poesia/ Literatura brasileira;

Lançamento: Umanos Editora, Cuiabá: 2020. (www.umanoseditora.com.br).

 SOBRE A EDITORA: Umanos Editora publica e comercializa obras de diversos gêneros, dentre os quais se destacam no portfólio, livros de história mato-grossense, espiritualidade, autoajuda, fantasia, infanto-juvenil, poesia, direito, administração, empreendedorismo, gestão, contos, saúde e psicologia. O que motivou a existência da Umanos Editora foi a concessão de oportunidade para facilitar o processo de publicação de uma obra para quem escreve e o auxílio para desenvolvimento de quem deseja escrever.

Por que Umanos com a letra “U”? Esta é uma peculiaridade do empreendimento que chama a atenção do público. Veja: Umanos é um termo que significa: Universalidade do conhecimento; União; Unificação da sabedoria. O formato côncavo da logomarca, voltado para cima, representa abertura para as possibilidades no universo do conhecimento. Na dimensão de uma visão sistêmica, Umanos representa a unicidade, uma convergência de possibilidades.

  Contato: Néliton Góis - Diretor de Marketing- WhatsApp: 65-9 9629-3453E-mail: [email protected]


1a Jornada Virtual sobre História da África e afro-brasileira do Mato Grosso

A "1ª Jornada Virtual sobre História da África e afro-brasileira no Mato Grosso" é uma iniciativa que visa reunir pesquisadores no Mato Grosso que trabalham com temáticas relacionadas à história e cultura africana e afro-brasileira. Organizado pelo Prof. Dr. Bruno Pinheiro Rodrigues (Departamento de História da UFMT), acontecerá durante o mês de novembro e início de dezembro de forma virtual. Contará com palestras, mesas virtuais e pré-lançamento de livro, reunindo pesquisadores dos programas de pós-graduação do Estado e a professora convidada Mariana Bracks Fonseca (doutora em história social pela USP).

 

 

 

 

A PROGRAMAÇÃO:

10/11, 19h - A história da África através do romance "As aventuras de Ngunga" de Pepetela, com a Profª. Drª. Aparecida Cristina da Silva Ribeiro (Doutora pela Unemat);
 
 
17/11 - O cinema e fotografia na História da África, com Felipe Carias (PPGHIS/UFMT) e Karla Mesquita (PPGHIS/UFMT)
 
  
 

18/11, 14h - Possibilidades de reflexão sobre a História da África através da rainha Ginga, com Mariana Bracks Fonseca (doutora em História social pela USP)

 

 
25/11 - 15h- Pesquisas sobre história afro-brasileira no Mato Grosso, com as professoras Cristina Soares (Profhistoria/UFMT), Lilian Andrade (Profhistoria/Unemat), Fabrizzia Santos (PPGE/UFMT) e Kamila Dinucci (PPGHIS/UFMT). Mediação: Prof. André Lopes (PPGHIS/UFMT).
 
      

 

5/12, 19h - Pré-lançamento do livro "Baobá: a árvore da vida" de Bruno Pinheiro Rodrigues
 
 

Aqui o site das inscrições, que são gratuitas  e limitadas (apenas 50 vagas): https://www.even3.com.br/jornadavirtualhistoriadaafricaufmt/

 

 
 
 

inscrições e Programação da XIV JORNADA DESIGUALDADES RACIAIS NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

 

 

Inscrições prorrogadas até dia 26/10 às 14h pelo link: encurtador.com.br/ACKR4

Acesse o canal do Youtube e se inscreva: encurtador.com.br/kuLT3

E acompanhe a contagem regressiva pelo link: https://youtu.be/BK5YQAAZ1C0. 
 

Os dias 26, 27 e 28, vamos dar uma conferida em quem vai estar na mesa redonda “Realidades africanas e afro-brasileiras: Educação no contexto da pandemia COVID-19”, contará com a presença internacional do Prof. Dr. Antônio Cipriano Parafino Gonçalves, da Universidades Eduardo Mondlane (UEM) de Maputo/Moçambique e do Prof. Dr. Gustavo Henrique Araújo Forde, da Universidade Federal do Espírito Santo de Vitória/ES. esta mesa será mediada pelo Prof Dr. Sérgio Pereira dos Santos.

Neste ano, as discussões serão realizadas através de plataforma online e serão gratuitas, você pode se inscrever no canal do Youtube do Nepre - UFMT. As inscrições já estão encerradas e contabilizam mais de 1.898 (mil  oitocentas e noventa e oito) inscrições.

 

 

 

Dionísio BAHULE, Filósofo e Crítico de Arte; Professor de História da Arte, Cultura Visual, Ergonomia e Estética e História e Crítica do Design na Universidade Pedagógica de Maputo - Faculdade de Ciências da Linguagem, Comunicação e Artes. Lecciona igualmente no Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique as Disciplinas de Semiótica e Semiologia Visual, Estética e Escrita Criativa. É Actor, Músico e Escritor. Tem um livro publicado: Fotojornalismo [OU] a Gramática das Sensações. Professor convidado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – Centro de Ciências de Educação - Programa de Pós-graduação em Educação - PPGE; como também foi para a Disciplina de Políticas e Poéticas Afro-americanas na UNIANDRADE – Curitiba. @bahuledionisio

 

 

Sukeh Tanni, começou a cantar desde cedo, com 6,7anos de idade em casa, depois entrou na igreja onde aperfeiçoei a minha voz, segundo ela. Em 2007 começou a compôr e, mais tarde (2011) compõe a primeira música com influências de música tradicional moçambicana. Hoje canta afro-jazz, jazz, soul, reggae e marrabenta ( música de origem e cultura moçambicana). Faz parte do projecto NÔMADE de Lenna Bahule e já trabalhou com vários outros artistas de Moç[email protected]

 

 

 

Uma criança negra em movimento.
Uma criança antirracista.@manuemanuellevitoria

 

Gê Lacerda
Mulher preta, feminista, cantora, compositora, terapeuta, educadora  mato-grossense e musicoterapeuta, Licenciada em Música pela Universidade Federal de Mato Grosso, instituição que lhe oportunizou, além do acesso ao ensino superior, o reconhecimento enquanto negra e o aprimoramento da criatividade musical. No PET Conexões de Saberes da UFMT, encontrou espaço fértil para o engajamento nas lutas sociais, para uma leitura crítica do mundo, o que resultou na produção do CD Negra Flor, totalmente autoral e que foi custeado pelo PET. Este trabalho traz 13 músicas que refletem parte dessa história


 

Mayura Matos é artista pluriversal, iniciou como atuadora na Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, atuou no grupo 8 anos, passando por diversas linguagens teatrais. Apresentou no Brasil, Portugal, Argentina e Cuba.
Hoje participa do coletivo Humor Negro Night Show, stand-up comedy afrocentrado; é atriz e co-diretora do grupo Coadjuvantes, na peça Woyzeck; Atua na performance autoral ‘Tomada de Consciência"; Sua pesquisa acadêmica é voltada para lei 10.639, possibilidades e desdobramentos da lei no ensino do teatro, assim como questões voltadas a auto-estima do povo-corpo preto através e a partir do teatro. @matosmayura

 

 

O Grupo Quilombo Angola, coordenado pelo Mestre Olavo Perri Reis. Tem como objetivo de trabalhar as seguintes manifestações culturais: Capoeira Angola e o Samba de Roda. A capoeira traduz as experiências diárias – que passam muitas vezes despercebidas – em ritmos e ginga e faz com que o ser angoleiro(a) perpasse a roda de capoeira e ganhe a roda vida, a capoeira faz com que nós percebamos que é preciso gingar pelos meandros da vida, da universidade e assim criar meios e existência e resistê[email protected]

 

 

EXPOSIÇÃO VIRTUAL GUIADA "GRANDES HEROÍNAS NEGRAS". O objetivo é criar espaços de visibilidade às mulheres negras que atuam ou atuaram em diferentes áreas, destacando-se pela perspectiva antirracista, pelo brilhantismo com que executaram seus papéis. As escolas que tiverem interesse devem enviar e-mail para [email protected], informando o interesse e quantos alunos participarão. Os grupos devem ser formados por, no mínimo 20 pessoas e, no máximo, 90 pessoas.

 

Após a manifestação de interesse, a Comissão de Cultura do evento enviará informações aos professores, diretores e coordenadores interessados na visita virtual. A Jornada informará a data e horários disponíveis (14h, 15 ou 16h), após recebimento do e-mail de educadores interessados.

 

 Para acompanhar nossa programação 

A transmissão será gratuita e realizada pelo Youtube através do canal do Nepre - UFMT, inscrevam-se a partir deste link: encurtador.com.br/kuLT3

Contamos com sua colaboração e participação!

 

 

 


Filósofo e Crítico de Arte Poética - Dionísio BAHULE em evento da UFMT

 

 

Dionísio BAHULE, filósofo e critico de arte poética, moçambicano fará a abertura da  XIV Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira com a poética na IV Cultura Preta- Ações Afirmativas de Cultura da UFMT. O evento, gratuito, que teve 1898 inscrições acontecerá 25 à 28 de Outubro de 2020. A participação de BAHULE  será  no dia 26  às 8h 30.

Veja a  entrevista  desse intelectual moçambicano, de uma perspectiva estética impar onde se articulam as questões das riquezas culturais  africanas, das tradições, da religiosidade  e da história que é partilhada coletivamente pelos "olhar de um africano". Segue a conversa com a artista visual e textual Gilda Portella para o site Megapop. È um convite  a ouvir, a sentir, a olhar lentamente a narrativa de BAHULE. Permita que sua essência seja tocada, pelas palavras que pulsam sensibilidade  e voz própria. Mergulhe na escrita vivida que ora  sangra ou esta sepultada, mas é repleta de sagrados e possibilidades. Encanta-se. Bahule  desafia-se e nos oferece essa bela rede de memórias.     

 

1) Para a gente começar esse nosso diálogo gostaria que você fizesse um breve resumo sobre o Dionísio BAHULE. De onde ele vem? Do que gosta? O que te movimenta hoje? 

Resposta: Sou de uma região ao Sul de Moçambique  - Chidenguele. Meu pai, um excelente Ginecologista que se deu aos outros até aos seus últimos dias de vida, só na transição para a minha segunda infância conseguiu se fixar na cidade da Maxixe, Inhambane; primeiro, num pequeno bairro com resquícios de uma burguesia tardia; tenho ainda essa imagem presente; de um bairro agitado na encosta da capital económica de Inhambane. Com o motor da modernidade a rugir continuamente na ruela que dividia a nossa casa de outras. Filippo Marinetti em alguns pontos do seu manifesto  tinha razão; a electricidade era fascínio e privilegio para poucos. E nós, éramos o muito que não usufruia deste encanto, mas o perigo da infância com todos seus segredos – passei neste lugar. Aprendi aqui o amor com as plantas – meu pai – um compulsivo apreciador do verde – sinto-o ainda hoje em cada canto da minha casa. Foi-se em Agosto do ano passado sem antes fumar com ele o tabaco dentro do Cachimbo. É tudo isso que me prende. Essa doce lembrança da minha mãe ajudando nos trabalhos da Escola. E hoje, gosto de ter comigo essas lembranças todas. E acredita – isso move muito a minha escrita; esses pequenos nadas que contaminam o meu processo criativo. A minha poesia; a minha narrativa; as canções que escrevo para a Banda – têm muito desses nadas. E ainda continuo acreditando nessa arte que nos força a revisitar as frescas sensações da existência. Por isso – digo e volto a dizer: a poesia para mim é uma tortura; ela me invade; me padece; me sangra; porque a existência me atropela continuadamente; me dilui em farpas verbas. E isso dói! Um dia –um amigo leu Rasura PATOLÓGICA  - uma pequena colecção de textos meus. Depois, cravou seus olhos num insubmisso olhar e disse: a sua escrita dói. É verdade – ela me faz padecer. Eu choro toda vez que escrevo poesia. E hoje, dentre muitas coisas que me movem – é a crítica; pensá-la tão-ela. Esse exercício parasita –que para mim – ela está obsoleta. Já teve seus tempos de glória, mas hoje, está calamitosa.

2) Quando surgiu o seu interesse pela literatura enquanto leitor? Quais autores e ou livros marcaram sua formação de ensaísta e critico de arte.

Resposta: Eu conto sempre essa história. Tão real. Meu pai era grande leitor. Um grande pesquisador na sua área. E parte de seus compêndios deixava-os numa caixa em nosso quarto. E era um tempo em que o papel higiênico era para uma certa classe privilegiada e, nós  - pertencíamos a esses muitos que limpavam o ânus com papel de livros e/ou cadernos. E eu agradeço essa parte. Porque foi por meio dela que comecei a ter o contacto com o facto verbal. E numa dessas finais-de-tarde rasguei mais uma página do compêndio de Obstetrícia e segui para o ritual fecal. Enquanto aguardava a saída das fezes – eu ia apreciando aquele pedaço de papel preso em minhas mãos. A informação que lá estava era boa que não consegui usar. Dobrei. Levantei-me. Dei a volta à Latrina e comecei a rastejar para limpar o resto das fezes no chão. Depois daquele dia; aquele em que não consegui usar pedaço de papel para limpar as minhas fezes – comecei a olhar o livro com outra sensibilidade. Depois fui ao Seminário  - e lá tive outras experiências com o livro e com a limpidez do humano. Mas no ensino Pré-universitário – conheci um Professor a quem devo muito a minha paixão pela Literatura e pela Crítica  - o Professor Cristóvão Seneta. Ele é e, ainda hoje continua sendo um daqueles sujeitos com uma inteligência que, para além de encantar, puxa. E foi isso que aconteceu. Travamos laços não apenas de aluno-professor, mas de irmandade. Naquela mesma altura, coincidentemente, meu pai sofre um processo disciplinar e é transferido para o interior; tão distante de nós; (mas que pecado? Eu sempre me interrogava. E um dia quando ia fechar o livro que publiquei no ano passado – liguei para ele e questionei: pai, o que aconteceu? Chorou copiosamente. E na altura estava a asfixiar a fumaça do Cachimbo em pleno Março. Apenas ajudei um doente que estava à caminho do abismo, disse. Imagino que na altura em que disse isso estivesse sentado. Porque eu hesitei colocar o pé na 24 de Julho depois que continuou a história toda; ficou uma mãe com seis filhos; numa cidade; onde tudo se deve comprar. Foi trágico. Dormíamos muitas vezes sem comer. Meus irmãos que eram mais novos – choravam de fome. Esse imagem toda – me faz chorar até hoje. E de lá – regressou para morrer nas mãos da sua esposa. E mais uma vez – uma mãe com seis filhos; sozinha. Alguém um dia disse que eu estava traumatizado. Talvez. Não importa agora saber se o meu caso é para a Psiquiatria. Verdade! Não consigo superar aquilo tudo. Foi nevrálgico. E Seneta, ele começou a pagar a mensalidade da minha Escola. E Gregário Dos Costumes  - um outro amigo-irmão  - ajudou nas despesas de casa. E tudo isso - deu-me mais força para ler. Na Universidade  - comecei a ganhar fascínio pela Crítica.  Isso me atropelou. Eu não queria seguir Filosofia. Ou era Medicina ou Serviços de Inteligência. Isso era meu fascínio. Mas não foi possível; caí na Filosofia. Na altura, os Departamentos de Filosofia e de Português lutavam para me ter. Passei quase a pertencer aos dois. E isso deu-me espaço para ter acesso à outras leituras. Mas Maurice Blanchot - esse sim – foi meu primeiro fascínio. Depois vieram outros. Fui conversando com R. Barthes, J. Rancière, T. Eagleton,  P. Bürger. E hoje, sigo com outros tantos nomes como Francisco Noa (que depois de lê-lo tanto, comecei a questioná-lo), Ana M. Leite, Pires Laranjeira, Russel G. Hamilton, Augusto Ponzio, Harold Bloom, GertudeStein, Tzvetan Todorov, Bakhtin com todo seu Círculo. É tanto nome.

 

3) E quando você se descobriu escritor e critico de Arte? Foi um processo natural para você? O que move a sua escrita? Qual sua relação com a escrita.

Resposta: A situação concreta; a existência; essas coisas forçaram-me a escrever como uma maneira de chorar. De emergir ao vivido. E quando experienciei o acto de escrever como realização do ser – comecei a procurar perceber as manobras do objecto que me prendia; o que era isto de escrever? Essa coisa de Literatura  - como é que se manifesta? Já no Ensino Pré-Universitário – participava de alguns círculos de debate sobre essa coisa de processos artísticos. Acredito ser nesses lugares que tudo começou, mas a necessidade de querer conhecer o objecto da minha prisão – foi importante para chegar ao lugar de Crítico. E tudo isso foi me ajudando a depurar a palavra; a tomá-la como um Cemitério que guarda o que de mais único tivemos; daí – a minha recusa em publicar um livro de Poesia premiado pelo Banco de Moçambique em 2012.Eu acreditava e, ainda hoje continuo pensando nisso – a escrita só é possível quando encontramo-la uma voz própria; quando o processo de criatividade vem com a originalidade do repertório linguístico nosso. Isso é possível quando desafiamos o nosso ser; quando digo desafiar o nosso ser – digo: mergulhar a circunstância possível da vida. Aqui mora a minha escrita. E a minha relação com a escrita passa primeiro por conhecer a língua como sistema; seus segredos e suas possibilidades predicativas. É nisso que me faz acreditar na Francine Prose ao lembrar um amigo que a disse que escrever é um pouco como convidar alguém a vir a nossa casa. E é mesmo isso – casa como ethos – esse nosso lugar de demora, de permanência; essa nossa interioridade. Infelizmente – temos muitas vozes sem preparo, mas nesta cacofonia – temos  boas excepções com rigor estético bem apurado. Depois da língua – gosto sentir tudo. Houve tempos em que tinha parado de ler Poesia, por exemplo. Tinha essa obsessão de querer encontrar meu repertório próprio; essa ferrovia só minha; essas coisas que ressoam meu mundo; e isso acontece também no meu exercício crítico.

 

4) No trabalho  “A insossegável tarefa de pensar o pós-independência”. Como essa questão atravessa suas produções e sua vida? O que você pode me contar sobre a construção desse trabalho textual? 

Resposta: Particularmente, na crítica  - discuto muito isso. Há aquilo que na crítica chamo por Estética Poetológica Epistémico-Existencial na novíssima engenharia dos processos criativos da Arte em Moçambique. Um processo que se anula das preocupações identitárias e de pertença a um xadrez territorial. A primeira geração de críticos (Rui Knopfli, Ana M. Leite, Orlando Mendes que vai e arrasta outros nomes depois da criação da AEMO e da Geração Charrua) – teve sua produção numa temática bifurcada entre a questão da legitimidade  de uma Literatura Moçambicana como sistema e a especificidade dela em termos identitários. A segunda – circunscrita na academia – vai dar continuidade ao elemento identitário perdendo de vista a nova geração de artistas que deixa de lado essas preocupações. Na verdade, é pela insuficiência em traduzir a linguagem desta geração que enferma a crítica na actualidade. Porém, a Insossegável Tarefa de Pensar o Pós-independência surge das inúmeras conversas que fui tendo com a Obra da Paulina CHIZIANE e com os fragmentos da sua vida. Paulina CHIZIANE é um ser de muitas águas; que prova a loucura e a rejeição da família; que entra na escrita com uma proposta estética própria e os meios literários de então, maioritariamente masculina ecom mulheres todas mestiças–a rejeitaram e chamaram a sua chegada por ASSALTO À INSTITUIÇÃO LITERÁRIA (1): pela proposta estética que dava um passo de volta ao ser próprio da alma africana e (2): por ela ser negra de pele preta. Partilhei tudo isso entre leituras e conversas. Em 2018, ela me tira de uma casa em que estava  arrendando e me dá um tecto em sua casa pedindo que eu use o meu dinheiro para comprar um espaço e construir; nisso ela disse o seguinte: filho, tu és muito bom, mas ninguém te vai respeitar enquanto não tiveres o teu canto. Isso foi profundo: por isso digo sempre: eu devo à Paulina CHIZIANE o muito que hoje sou. E nesse quase um ano e meio no seu território –aprendi muito. Ela abriu-se para mim. Falou de tudo. Aliás  - ofereceu-me sua vida. E foi nisso que eu escrevi aquele texto como forma de introduzir a Paulina CHIZIANE para o leitor. Uma Paulina que muitos não conhecem. E hoje, devo a ela uma Biografia. E ela pediu que a escrevesse no estilo da INSOSSEGÁVEL TAREFA DE PENSAR O PÓS-INDEPENDÊNCIA.

 

 

 


SOS Filhas do Pantanal e do Cerrado

 A campanha SOS Filhas do Pantanal e do Cerrado busca amenizar os efeitos da crise socioambiental (covid-19, período de seca prolongado e queimadas intensas) vivida pelos povos indígenas, comunidades tradicionais pantaneiras e quilombolas de Mato Grosso.

O movimento é articulado pela Casa das Pretas/ MT com apoio do Instituto Centro de Vida - ICV com repasses diretos para a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas de MT - CONAQ (Conaq MT), a Federação de Povos e Organizações Indígenas de MT (Fepoimt) e a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras.

Laura Silva  quilombola do Ribeirão do Mutuca território do Mata Cavalo  ressalta  que "a campanha de doação é fundamental para as populações quilombolas. Neste momento de pandemia e queimadas no Pantanal". E menciona uma expressão do Mestre Jesus símbolo do AMOR Universal:  "Dar-lhe agua, a quem tem sede; Dar-lhe comida a quem tem fome". E finaliza destacando: "São as mãos construindo a solidariedade e alimentando".  O símbolo da Campanha SOS são mãos que resistem lutando por justiça social;  representa a mão  das filhas do pantanal e cerrado que  trabalham mas também acolhe, dar e recebe.

 Eliane Xunakalo assessora da Fepoimt destaca a importância da doação para a Campanha SOS Filhas do Pantanal e  do Cerrado esse gesto   estar para além,  da empatia e da solidariedade, ela fala da manutenção dos povos enquanto GUARDIÕES de seus territórios, garantindo assim a preservação de saberes e fazeres enfim para que vida continue a existir: É necessário, que toda sociedade tenha  solidariedade com os povos indígenas, com os quilombos, pantaneiros, precisamos auxiliar os guardiões dos Biomas, para fortalecer sua conexão de luta, de afeto com ambiente que vivem.”

Edinalda Pereira do Nascimento – Membro da Rede de Povos e Comunidades Tradicionais Pantaneiras fala também da necessidade de manter a população ribeirinha e pantaneira neste bioma: “Os incêndios florestais devastaram nossos territórios tradicionais, alteraram nossa maneira de manejar e utilizar a biodiversidade. Precisamos nos reconectar com nosso ambiente, precisamos continuar em nosso lugar as doações iram possibilitar essa permanência nestes locais.  

 A campanha seque ate o dia 30 de novembro, todas as doações recebidas pelo www.icv.org.br/doar serão totalmente revertidas para a campanha.

 


Rede Feminina de Combate ao Câncer de Cuiabá - MT

Você conhece a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Cuiabá - MT?
Ela é uma instituição sem fins lucrativos que realiza uma série de ações para apoiar o Hospital do Câncer de MT... Parte das arrecadações é, sempre, destinada ao HC e a outra parte fica com a Rede para que desenvolva outras ações, entre elas a construção de uma Casa de Apoio para quem vem a Cuiabá acompanhando pacientes. O HC atende pacientes de todas as cidades de MT e de várias cidades de outros Estados...
Presidida por Maria Carmem Volpato, a Rede apresenta hoje às 17h30 no Hospital do Câncer a campanha do Outubro Rosa...
Hoje serão apresentadas a camiseta comemorativa, criada pela artista plastica Rubi Reolon e a bonequinha Bem Bem que passará a ser a Mascote da Rede... Confeccionada pela artesã Maria Ximenes, o nome é uma homenagem a uma das mulheres mais marcantes da história de Cuiabá...(lembra da Casa de Bem Bem? rsrs.... Pois é ela...)... Quem puder comparecer, será bem vindo (com máscara, é claro)..
Está ai, também, uma boa pauta para nossos veículos de comunicação....

Morre aos 69 anos o artista plástico Rafael Rueda após se recuperar da Covid-19

Morreu na tarde da última quinta-feira (1º) o artista plástico Rafael Rueda, 69 anos. Ele estava internado no Hospital Santa Rosa, onde foi submetido a uma cirurgia de retirada de um tumor localizado no rim. Ontem, sofreu um infarto e não resistiu. 

O artista estava internado há quase um mês por conta da cirurgia. No hospital, ele também acabou diagnosticado com o novo coronavírus. Porém, segundo familiares, já havia se recuperado da doença.

Rafael Rueda não era casado. Não haverá velório e o seputalmento acontece no Cemitério da Piedade. 

Rafael é um artista conhecido em Cuiabá. Ele pinta quadros abstratos desde 1988 e foi o primeiro a fugir da pintura cabocla e integrar o núcleo de artistas dessa corrente artística. Já expôs na UFMT, Chapada dos Guimarães, Pontifícia Universidade Católica São Paulo, Salão Jovem Arte Mato-grossense, Museu de Arte Contemporânea, Campo Grande (MS), Sociedade Brasileira de Belas Artes - Rio de Janeiro (RJ), dentre outros locais, mas estava há certo tempo afastado das telas.


INAUGURAÇÃO DO CENTRO CULTURAL CASA DAS PRETAS

 

 

O Centro Cultural  Casa das Pretas, será inaugurado neste sábado, dia 03 de outubro, com visitação aberta ao público a partir das 18h até às 21h. O endereço do local é Rua Governador Rondon nº 25 em frente à Praça da Mandioca (final da Rua Pedro Celestino), bairro Centro Norte, Cuiabá-MT.

A equipe gestora da Casa das Pretas informa que o uso de máscara é obrigatório, assim como a higienização das mãos com álcool que será disponibilizado no local. “É importante frisar que mesmo o espaço sendo amplo, adentrarão o recinto pequenos grupos a fim de evitar aglomeração, mantendo o distanciamento como norma de segurança”, afirma Antonieta Costa, fundadora do IMUNE e gestora do espaço. 

O Centro Cultural Casa das Pretas é a materialização do sonho coletivo do Instituto de Mulheres Negras (IMUNE) que neste mês de outubro completa 18 anos, de criar uma sede para torná-la um centro de referência acessível e aberto a toda população, especialmente para as mulheres negras, com intuito de potencializar o trabalho de artistas e produtores culturais negros, como também dinamizar o afroempreendedorismo a nível local. A Casa das Pretas é gerida por uma equipe multidisciplinar com mulheres negras plurais, formada por: Paty Wolff, Gilda Portela, Natália Nogueira, Isabela Ferreira, Juliana Segóvia, Antonieta Costa e Jackeline Silva. 

Para a Paty Wolff, "a Casa das Pretas é um espaço de aquilombamento. Quando essa pandemia passar, já vejo saraus, muitas rodas de capoeira, apresentações teatrais, oficinas e cirandas em nosso quintal. Aqui será lugar de muito afeto e alegria também." 

A Casa das Pretas é um espaço multicultural e de uso coletivo, destinado a fomentar e divulgar cultura afro-matogrossense. Para Antonieta Costa “a nossa meta é oportunizar a toda população, especialmente aos afrodescendentes, conhecer e desfrutar a arte, participar de formações, adquirir artesanato, assistir as manifestações culturais protagonizadas por negras/os da nossa cidade, do nosso estado e até de outros países”. 

O Centro Cultural Casa das Pretas está em fase de estruturação, o intuito é montar uma biblioteca com literatura infanto-juvenil;  uma sala que vai abrigar galeria de exposições; uma lojinha de artesanatos afro; sala para atividades educativas e de formação profissional para gerar renda, visando profissionalização e fortalecimento da autoestima por meio da estética afro (tranças, penteados, tratamento capilar, turbantes e acessórios); além de oficinas de moda afro e bonecas negras no ateliê de costura. 

Estamos muito otimistas e acreditamos que, tomando as medidas de segurança em saúde, conseguiremos possibilitar à comunidade negra, especialmente às mulheres negras e juventude, alternativas para gerar renda e superar a situação de vulnerabilidade social agravada pela covid-19, reafirmando o nosso compromisso com a equidade, inclusão social e econômica, afirmam as gestoras.

 

SERVIÇO

Inauguração do Cento Cultural Casa das Pretas 

Data: 03/10/2020

Horário: das 18h até as 21h

Endereço: Rua Governador Rondon nº 25 em frente à Praça da Mandioca (final da Rua Pedro Celestino), bairro Centro Norte, Cuiabá-MT

Informações: [email protected]

Instagram: @casadaspretasmt @imunemt

 


Na live de Gusttavo Lima, empresário Bruno Pereira dará incentivos para quem quer aprender mais sobre marketing digital

Cupons de até 50% serão disponibilizados durante o show virtual do artista que acontecerá nesta sexta-feira, 25

Com intuito de incentivar as pessoas que desejam aprender mais sobre os segredos do marketing digital, o empresário Bruno Pereira (internacionalmente conhecido como Mister Ins), em parceria com o cantor Gusttavo Lima, dará cupons de até 50% para o curso “Academia do Instagram”. A promoção acontecerá durante a live “Buteco em Casa III”, que Gusttavo Lima fará com o cantor Daniel nesta sexta-feira, 25, a partir das 20h, com transmissão pelo YouTube.

Idealizada por Bruno Pereira, a “Academia do Instagram” é um curso que já ajudou milhares de brasileiros. Visionário, o proprietário da Mister Ins é um nome de referência quando se fala em estratégias de vendas, marketing digital de sucesso e importação de produtos dos Estados Unidos.

A parceria desses dois fenômenos da internet consiste em juntar as experiências, a visibilidade, a credibilidade e os aprendizados que ambos passaram ao longo do processo da construção de carreira, mostrando como funciona cada passo no universo virtual, para que os milhares de brasileiros com o espírito empreendedor consigam escalar o próprio negócio, principalmente no Instagram.

“É hora de aproveitar as oportunidades para mudar de vida, não podemos deixar o isolamento e a pandemia nos parar para novos conhecimentos e desafios” ressalta Bruno.

O curso “Academia do Instagram” foi pensado e produzido para quem quer vender no Instagram, para quem está começando no meio digital e que não tem tanto conhecimento e para as pessoas que já tem afinidade com a plataforma, mas quer aprender detalhadamente como implantar estratégias de vendas de sucesso.

Para saber mais, assista a live “Buteco em Casa III” nesta sexta-feira, 25.

Mais sobre Bruno Pereira

Nascido em Goiânia, Bruno Pereira que prestava serviços de call center em uma empresa de telefonia, atualmente é referência e inspiração para os jovens que procuram investir tempo e dinheiro em importação de produtos dos Estados Unidos para o Brasil.

Relançando a loja física da marca masculina “Mister Ins”, que traz a qualidade da moda americana, Bruno vive em uma ponte aérea entre a cidade natal e os Estados Unidos e divide seu tempo nos negócios e em ensinar os alunos a economizarem até 80% nas importações, de forma legal e segura.

O primeiro curso lançado por Bruno foi “Academia de Importação”, que ajudou mais de 13 mil alunos a importarem produtos dos Estados Unidos, além de ensinar as melhores maneiras de comprar, mesmo com o dólar em alta.

Para acompanhar as redes sociais de Bruno, acesse:

Instagram:https://www.instagram.com/bruno.misterins/?hl=pt-br
Facebook:https://www.facebook.com/bruno.misterins/
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCaYNIbZ9fDITOCtojkazebQ


Música Sertaneja: Mayck & Lyan lançam “Truque da Moeda”

A canção chega hoje nas plataformas digitais e YouTube 

Representantes do sertanejo caipira e tradicional, os irmãos Mayck e Lyan lançam nesta sexta-feira, 25, a canção “Truque da Moeda”. A faixa chega nas principais plataformas digitais de streaming e o clipe será disponibilizado no canal oficial do YouTube da dupla. O single enaltece, de forma ímpar, o amor entre pai e filho em versos embalados pelo inconfundível som da viola.

Ouça agora “Truque da Moeda” pelo seu aplicativo favorito: https://ps.onerpm.com/truquedamoeda

Assinada por Mayck, Lyan em parceria com Luigi, Leandro Visacre, Gabriel Rocha e Lucas Carvalho, a canção vem acompanhada por um videoclipe que traz cenas lindas de montanhas e um fim de tarde acompanhado de um pôr do sol, o vídeo promete emocionar o público em um desfecho surpreendente.

Com cenas gravadas nas cidades de Cabreúva (SP) e Maringá (PR) durante o período da pandemia causada pela COVID 19, a produção conta uma linda história baseada na vida real e mostra que o tempo passa num piscar de olhos abrindo espaço para a saudade, mas que nada é capaz de apagar as boas lembranças e substituir o valor de um abraço entre pais e filhos.

O clipe de “Truque da Moeda” tem direção de Jacques Jr. e traz participações dos atores Rafael Bezerra (avô), Vagner Voinich (filho), Vanessa Lopes que interpreta a filha e Murilo Vieira (neto).

+ Sobre Mayck e Lyan

A dupla de irmãos naturais de Alta Floresta (MT), Mayck e Lyan possuem a verdadeira alma sertaneja e uma história traçada no interior brasileiro, palco de talentos natos que fizeram e fazem até hoje muito sucesso, como por exemplo, Tião Carreiro e Pardinho e Ronaldo Viola.

Considerados os representantes do sertanejo caipira e tradicional, os irmãos também compõem, produzem e interpretam grandes sucessos que marcaram época, sempre acompanhados da tradicional viola de dez cordas.

A viola caipira repercutiu em solo americano. No ano passado, a dupla realizou a sua primeira turnê internacional, passando pelas cidades de Orlando e Fort Lauderdale (Flórida), Newark (Nova Jersey) e Boston (Massachusetts).

Mayck (29) é dono de uma voz marcante, grave e aveludada, que se destaca entre os outros cantores sertanejos. Já Lyan mostra outro diferencial e muita versatilidade ao adaptar sucessos de artistas internacionais como Michael Jackson, Bee Gees, além de trilhas de grandes séries como Game Of Thrones, na viola caipira.

Ao longo da carreira de mais de 20 anos, Mayck e Lyan atingiram marcas significativas como Disco de Ouro, Disco de Platina e DVDs de Ouro, além de indicações a diversos prêmios. 

Outra curiosidade que surpreende: Em paralelo com a música, a dupla não deixou de estudar. Mayck é formado em Rádio e TV (Comunicação Social) e Lyan é formado em música. Atualmente, Lyan cursa o 3º ano de Medicina Veterinária.

Vale ressaltar que recentemente, Mayck e Lyan lançaram o clipe do single “É Pipoco” em parceria com dupla Rionegro e Solimões, somando mais de um 1 milhão de visualizações no canal oficial da dupla no YouTube.

Site: www.mayckelyan.com.br
Instagram: @mayckelyanoficial
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YouTube: www.youtube.com/user/mayckelyanbr


Novo single “3G” de Danilo Bottrel chega hoje às plataformas digitais

A canção chega com um clipe feito no apartamento do artista

Os fãs de uma boa sofrência já podem se preparar para curtir mais uma moda de doer o coração, pois Danilo Bottrel acaba de disponibilizar a música “3G” nas principais plataformas digitais. O lançamento chega com um clipe produzido no período de pandemia no apartamento onde o artista mora, em Goiânia (GO), o vídeo está disponível no canal oficial do YouTube, do cantor.

Assista o clipe: ttps://www.youtube.com/watch?v=YdfMDbP5TCE&feature=youtu.be

Composição de Alê Monteiro, Rafael Quadros, Vinni Miranda, Ruan Soares e Waléria Leão, a música conta a história de uma falha na conexão da internet, que acabou evitando o envio de uma mensagem onde o rapaz estava dando um fim no relacionamento. “Quem nunca se arrependeu ao enviar uma mensagem? Ainda bem que muitas vezes o “3G” salva a gente, e eu tenho certeza que muita gente vai se identificar com essa música” ressaltou o artista.

“Nesses tempos de shows e de estrada já vi muita gente terminando o relacionamento por telefone, aí depois se arrepende, chora, ouve uma boa moda sofrida e sem contar que a gente também sempre tem um amigo que já fez isso, né?” brinca Danilo.

A canção que despertou ansiedade nos fãs desde o anúncio, tem produção de Ivan Miyazato e o vídeo que traz cenas de Goiânia da janela da casa de Danilo, foi assinado por Ricardo Bikay.

Confira agora “3G” no seu aplicativo de música preferido:
https://onerpm.lnk.to/3G_DaniloBottrel

Siga os passos de Danilo Bottrel nas redes sociais:

Site: www.danilobottrel.com.br

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YouTube: www.youtube.com/user/danilobottrel


Barra da Saia reúne grandes clássicos sertanejos em playlist especial

– Seleção estará disponível a partir do dia 25/09 nas principais plataformas digitais – 

Sempre com uma proposta moderna e pioneira dentro da música sertaneja, a Barra da Saia (única banda feminina e sertaneja do Brasil) está disponibilizando nas principais plataformas digitais uma playlist especial com grandes clássicos do gênero. A divulgação de cada faixa será semanal e começa nesta sexta-feira (25/09) com o lançamento da regravação de “Marvada Pinga” – canção caipira gravada originalmente em 1953 por Inezita Barroso.

Escute: https://radar.ffm.to/barradasaia-marvadapinga

A seleção seguirá com “Chico Mineiro” (Tonico & Tinoco), “Beijinho Doce” (de As Galvão “Sonho de um Caminhoneiro” (Milionário & José Rico) e “Caminhoneiro” (Roberto Carlos) - músicas que ganharam uma nova roupagem na voz da Barra da Saia.

“Vamos iniciar a divulgação dessa playlist especial com Marvada Pinga que é um clássico muito importantes que apresentamos no nosso projeto que conta a história da mulher na música caipira e sertaneja. Na sequência, escolhemos algumas canções para homenagearmos os caminhoneiros, pois temos uma ligação bem especial com eles, desde os tempos em que fazíamos shows pelas estradas e nas caravanas. É uma seleção musical que estamos preparando com um grande carinho e esperamos que todos vocês curtam! E fiquem ligados, pois há mais novidades chegando”, comenta Adriana Sanchez – líder da Barra da Saia.

A playlist tem lançamento pela Radar Records e estará disponível pelo Spotify, Deezer, Apple Music, Google Play Music, Tindal e Pandora.

SOBRE A BARRA DA SAIA:

Na estrada desde 1999, a Barra da Saia apresenta uma proposta moderna e pioneira dentro da música sertaneja. Amadrinhada por Hebe Camargo, a banda traz o estilo roça’n’roll – gênero que traz a interessante mistura da moda de viola, com pitadas do country e do rock. As integrantes trazem influências que passam pelo sertanejo de raiz, pelo country, pelo rock e pela música latina, com as polcas, guarânias e chamamés.

Em nova fase desde 2019, a Barra da Saia conta com Adriana Sanchez (voz e sanfona) e Eliza Marin (voz e violão) na linha de frente. Nos shows, outras integrantes têm participado como convidadas. Os lançamentos mais recentes são os singles: “Para Que Tá Feio” (que mistura as batidas do country norte-americano com o nosso ritmo bem brasileiro) e “Não Vou Perdoar” (que aborda como tema os relacionamentos abusivos).

Em 2020, a Barra da Saia segue com a divulgação do projeto “A História da Mulher na Música Caipira”, que inclui a atual turnê da banda (pausada por conta da COVID 19).

Acompanhe em:

Facebook: facebook.com/barradasaia |Instagram: instagram.com/barradasaia | Twitter: twitter.com/ barradasaia


Telefone para shows: (11) 3873-9169 / 11 96614-5262


Música/Lançamento: Adriana Sanchez e Guilherme Rondon apresentam “Pronta Pra Cantar”

– Single tem lançamento nesta sexta-feira (25/09) –

“Pronta Pra Cantar” é a nova música de Adriana Sanchez e Guilherme Rondon, que chega as principais plataformas digitais nesta sexta-feira (25/09), com lançamento pela Radar Records. Nesta nova parceria, os artistas promovem uma mistura do caipira com o pantaneiro, resultando em uma linda toada.

Escute: https://radar.ffm.to/prontapracantar

A música é de Rondon, com letra de Zé Edu Camargo, e conta a história do ofício de cantar e sua magia.

Vale destacar que Adriana Sanchez e Guilherme Rondon mantém uma parceria profissional há alguns anos. Em 2017, ao lado de Rafael Altério, eles lançaram o projeto “Todo Interior é Igual” – no qual a música divide espaço com histórias e bom humor, entre toadas, chamamés e causos. O álbum traz 12 faixas, todas inéditas e assinadas pelo trio.

 “Essa é mais uma dobradinha que realizamos trazendo o ar e o clima gostoso do pantanal. Para mim, é uma alegria fazer mais um trabalho com o Guilherme Rondon, pois temos uma grande sintonia pessoal e profissional. Nossa interação sempre rende frutos bastante especiais”, comenta Adriana Sanchez.

Letra - PRONTA PRA CANTAR:

VIDA DE MELODIA PRONTA PRA CANTAR
SINA, DEIXAR MEU CANTO TANTO VIAJAR

PARTIR ASSIM PELO BRASIL PEGAR ESTRADA
VOU PROCURANDO ME ENCONTRAR

SABER ENTÃO UM BOCADIM  DE CADA TERRA
DAQUI PRO SUL DE LÁ PRO MAR DEPOIS SERTÃO
GENTE PRA VER OU PRA REVER TANTOS AMIGOS
SAUDADES MIL QUE EU VOU LEVAR NO CORAÇÃO 

DIA DE ALEGRIA QUANDO É PRA VOLTAR
QUERO CHEGAR EM CASA, PODER DESCANSAR

BEM DE MANHàUM BOM CAFÉ CONTAR HISTÓRIA
E NA VARANDA VOU ME LEMBRAR

QUE EU TAMBÉM ME SINTO BEM BICHO DO MATO
DE PERCEBER SE O TEMPO É BOM OU VAI VIRAR
NO ENTARDECER EU VOU TOCAR MINHA VIOLA
PRA AGRADECER O POR DO SOL Q UE DEUS MANDAR..

VIDA DE MELODIA PRONTA PRA CANTAR..


Sobre Adriana Sanchez:

Adriana Sanchez é cantora, sanfoneira, compositora e líder da Barra da Saia – única banda feminina de música sertaneja do Brasil. Começou a tocar piano clássico ainda criança para complementar sua bagagem de bailarina, mas se interessou pela música popular bem mais tarde, quando em algum momento a música a encantou definitivamente. Desde 2014, paralelamente aos trabalhos com a banda, tem realizado o projeto “Salve Lua – Tributo a Luiz Gonzaga”, no qual faz releituras dos clássicos do Rei do Baião, trazendo suas influências e personalidade. Para isso, usa pedais e loops nas sanfonas, misturando em alguns momentos batidas eletrônicas, samplers e o toque tradicional do instrumento. Já em 2019 e 2020, veio com trabalhos autorais e parcerias.


Site: www.adrianasanchez.com.br
Instagram: @adrianasanchezoficial
Facebook: www.facebook.com/adrianasanchezoficial
YouTube: www.youtube.com/adrianasanchezoficial


Deville Prime Cuiabá e Porto Alegre lançam tarifa sem café da manhã

 Hóspedes com reservas individuais agora terão uma alternativa mais acessível de tarifa nos hotéis Deville Prime Cuiabá e Deville Prime Porto Alegre: diária sem o café da manhã incluso. A opção é interessante para o público que não tem o costume de aproveitar o café da manhã em sua totalidade ou que, mesmo com todos os protocolos de segurança, ainda não se sente confortável para fazer a refeição no restaurante do hotel.

 

Segundo Cicero Vilela, Diretor de Marketing e Vendas da Rede Deville, a opção começa nas unidades de Cuiabá e Porto Alegre e, possivelmente, será implementada nos demais hotéis da Rede. “É uma alternativa a mais para o cliente, que poderá escolher entre as opções do room service, ou mesmo tomar o café da manhã fora do hotel, recebendo o benefício da tarifa reduzida”, explica.

 

Por exemplo, em Cuiabá, nas categorias de apartamentos Luxo e Luxo Superior, a diferença entre a tarifa com café e sem café para uma pessoa é de R$40,00. Já para duas pessoas é de R$ 55,00. O valor do café avulso, quando servido no restaurante do hotel é de R$ 52,00 + 10% de taxa de serviço. “Ou seja, se um hóspede comprar uma tarifa sem café e decidir posteriormente tomar o café da manhã no hotel, o custo final será maior (R$ 12,00 para uma pessoa e R$ 49,00 para duas pessoas)”, complementa o executivo.

 

Vale lembrar que há uma série de normas para garantir a segurança dos hóspedes e dos colaboradores. Todos os colaboradores estão usando EPIs e máscaras. Os hóspedes que estiverem sem máscaras, receberão modelos descartáveis gratuitamente. Logo na recepção, há um distanciamento de segurança no balcão. Cartões-chaves, canetas e máquinas de cartão de crédito serão higienizados a cada utilização. Além da altíssima frequência de higienização dos elevadores, incluindo a desinfecção, há instrução para o limite de pessoas, evitando aglomeração. Os protocolos de limpeza foram intensificados em todas as superfícies.

 

O HOTEL – Deville Prime Cuiabá

 

Com uma localização estratégica, o Deville Prime Cuiabá está no melhor bairro da capital mato-grossense. Uma referência em hospedagem, o hotel dispõe de excelente estrutura e serviços especiais para garantir a melhor estada para o hóspede que está a trabalho ou a lazer. A infraestrutura contempla salas de reuniões e eventos, piscina, academia, loja com produtos regionais, entre outros atrativos.

 

Deville Prime Porto Alegre

 

Situado a apenas 800 metros do Aeroporto Internacional Salgado Filho, o Deville Prime Porto Alegre está a 15 minutos do centro da cidade e na principal via de acesso à região industrial e ao Vale dos Sinos. Com um ambiente moderno, infraestrutura completa e serviços diferenciados, o hotel é ideal para aqueles que viajam a lazer ou a negócios. Entre os atrativos estão o Centro de Convenções, a academia, o Restaurante Ventanas, a piscina e a quadra de tênis.

 

 

Sobre a Rede Deville:

A Rede Deville começou suas atividades com o Hotel Deville Colonial, no centro de Curitiba. Desde então, vem crescendo e se consolidando como um dos principais grupos hoteleiros do País. Atualmente, atua como operador e investidor nas regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com nove hotéis, aproximadamente 1.500 acomodações e mais de 1.100 funcionários. Administra o São Paulo Airport Marriott Hotel (SP), Deville Prime Campo Grande (MS), Deville Prime Cuiabá (MT), Deville Prime Porto Alegre (RS), Deville Prime Salvador (BA), Deville Business Curitiba (PR), Deville Business Maringá (PR), Deville Express Cascavel (PR) e Deville Express Guaíra (PR).


Lançamento/Música Sertaneja: Mayck & Lyan apresentam “Truque da Moeda”

Faixa tem lançamento nesta sexta-feira (25/09) nas plataformas digitais e YouTube 

Considerados os representantes do sertanejo caipira e tradicional mais ouvidos nos streamings de música, os irmãos Mayck & Lyan realizam o lançamento da canção “Truque da Moeda”. A faixa chega às principais plataformas digitais nesta sexta-feira (25/09) e enaltece, de forma ímpar, o amor entre pai e filho em versos embalados pelo inconfundível som da viola.

Faça a Pre-Save: https://ps.onerpm.com/truquedamoeda

Assinada por Mayck, Lyan em parceria com Luigi, Leandro Visacre, Gabriel Rocha e Lucas Carvalho, a canção vem acompanhada por um videoclipe que promete emocionar o público em um desfecho surpreendente.

Com cenas gravadas nas cidades de Cabreúva (SP) e Maringá (PR) durante o período da pandemia causada pela COVID 19, a produção conta uma linda história baseada na vida real e mostra que o tempo passa num piscar de olhos abrindo espaço para a saudade, mas que nada é capaz de apagar as boas lembranças e substituir o valor de um abraço entre pais e filhos.

O clipe de “Truque da Moeda” tem direção de Jacques Jr. e traz participações dos atores Rafael Bezerra (avô), Vagner Voinich (filho), Vanessa Lopes que interpreta a filha e Murilo Vieira (neto).

+ Sobre Mayck e Lyan

A dupla de irmãos naturais de Alta Floresta (MT), Mayck e Lyan possuem a verdadeira alma sertaneja e uma história traçada no interior brasileiro, palco de talentos natos que fizeram e fazem até hoje muito sucesso, como por exemplo, Tião Carreiro e Pardinho e Ronaldo Viola.

Considerados os representantes do sertanejo caipira e tradicional, os irmãos também compõem, produzem e interpretam grandes sucessos que marcaram época, sempre acompanhados da tradicional viola de dez cordas.

A viola caipira repercutiu em solo americano. No ano passado, a dupla realizou a sua primeira turnê internacional, passando pelas cidades de Orlando e Fort Lauderdale (Flórida), Newark (Nova Jersey) e Boston (Massachusetts).

Mayck (29) é dono de uma voz marcante, grave e aveludada, que se destaca entre os outros cantores sertanejos. Já Lyan mostra outro diferencial e muita versatilidade ao adaptar sucessos de artistas internacionais como Michael Jackson, Bee Gees, além de trilhas de grandes séries como Game Of Thrones, na viola caipira.

Ao longo da carreira de mais de 20 anos, Mayck e Lyan atingiram marcas significativas como Disco de Ouro, Disco de Platina e DVDs de Ouro, além de indicações a diversos prêmios. 

Outra curiosidade que surpreende: Em paralelo com a música, a dupla não deixou de estudar. Mayck é formado em Rádio e TV (Comunicação Social) e Lyan é formado em música. Atualmente, Lyan cursa o 3º ano de Medicina Veterinária.

Vale ressaltar que recentemente, Mayck e Lyan lançaram o clipe do single “É Pipoco” em parceria com dupla Rionegro e Solimões, somando mais de um 1 milhão de visualizações no canal oficial da dupla no YouTube.

Para acompanhar as novidades da dupla, acesse:

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Facebook: www.facebook.com/mayckelyanoficial


Roberta Miranda comemora aniversário com live especial para os fãs

Sempre bem ativa nas redes sociais, a cantora Roberta Miranda anuncia a realização da próxima live show, intitulada “28.9”. O nome da live é uma referência à data do aniversário da artista, que está atendendo ao pedido dos fãs que querem passar com ela mais uma comemoração.

O repertório diferenciado será um dos grandes destaques da apresentação. Roberta Miranda promete ir novamente além da música sertaneja, com hits como “Malandragem” (sucesso na voz de Cássia Eller), “Chuva de Prata” e “Balancê” (ambas interpretadas por Gal Costa). Clássicos que marcam a sua trajetória, como “Majestade, o Sabiá”, “Vá Com Deus” e “Meu Dengo”, também estão garantidos!

“Sempre passei meu aniversário no palco, junto com o público. Neste ano, infelizmente, não poderei comemorar como de costume, mas, não poderia deixar de estar com os meus fãs, mesmo que de forma virtual. No meu Twitter, no Facebook e no Instagram está chovendo de pedidos para uma live de aniversário e, por isso, vamos atender! Nossa festa está garantida e recheada de sucessos pra vocês”, comenta Roberta Miranda.

Serviço:

Live 28.9 da Roberta Miranda
DATA: 28/setembro (segunda-feira)
HORÁRIO: 20h
ONDE ASSISTIR: Pelo canal oficial da cantora no YouTube

Para saber mais, acesse:

www.robertamiranda.com.br.
Facebook: RobertaMirandaOficial

Instagram: robertamiranda

YouTube: RobertaMirandaRM

Twitter: @RobertaMiranda1

Telefone para shows: (11) 3666-6115 - #blueworkeventos

 


Mega Pop no lançamento do Novo single de Inimigos da HP

Novo single de Inimigos da HP traz conceito visual do pop internacional para o pagode

 

“Mistura Perfeita”chega nesta sexta-feira (18), nas principais plataformas digitais

O grupo de pagode Inimigos da HP acaba de anunciar mais uma grande novidade para os fãs, o lançamento da música “Mistura Perfeita”. A canção chega às principais plataformas digitais nesta sexta-feira, 18, e o clipe será disponibilizado no mesmo dia, no canal oficial do grupo no YouTube.

Composição de Domingo Junior, Wilson Junior e Phelipe Santos, a música fala da história de um amor que já vem de outros carnavais, e afirma que o amor e a adrenalina formam uma combinação perfeita e surreal, como diz um trecho da música: “É tipo mistura perfeita cinema e pipoca, cama, banho, vinho e paz, a gente combina demais”.

A letra de “Mistura Perfeita” também harmoniza perfeitamente com o cenário alegre e cheio de cores que o clipe reproduz, solidificando o conceito de que o amor tem o poder de colorir o mundo e despertar a força e a intensidade de um sentimento verdadeiro.

Assinado por Dig-Jam, o videoclipe exibe um casal em um dia no parque de diversões vibrando o auge do amor, com muita dança, aventuras e elementos que simbolizam uma sintonia de amor perfeito. O vídeo faz releituras do pop internacional e traz algumas características particulares do gênero para o pagode, atribuindo detalhes visuais e singulares como as cores alegres que são predominantes, a dança e jogos de luzes que fizeram sucesso nos trabalhos de grandes artistas como Bon Jovi, Mariah Carey e Katy Perry.

“Mistura Perfeita é uma música que representa muita gente por aí, pois, quem nunca tremeu, suou e ficou com o coração batendo a mil por hora até mesmo ficou sem saber o que fazer quando o (a) crush se aproxima?” brincam os integrantes. “Essa mistura de sentimentos de amor, adrenalina e de uma conexão a dois, é tema de vários casais que já conhecemos em nossos mais de 20 anos de estrada, e com certeza é a situação atual de vários casais” revelam os músicos.

Faça a pré-save de “Mistura Perfeita”: http://ps.onerpm.com/misturaperfeita

 

Letra de Mistura Perfeita

(Domingos Junior, Wilson Junior e Phelipe Santos)

Talvez você não escute

Mas encosta no meu peito

E vê se sente o meu coração bater

Se ele acelerar

É porque ele ama você

Parece até piada

Mas você percebeu

Que quando você chega

Eu começo a tremer

Se isso não for amor

Resume aí pra eu entender…

É o amor

Que já vem de outros carnavais

É tipo mistura perfeita

Cinema e pipoca

Cama, banho, vinho e paz

É o amor

Que já vem de outros carnavais

É tipo mistura perfeita

Cinema e pipoca

Cama, banho, vinho e paz

A gente combina demais…

 

Talvez você não escute

Mas encosta no meu peito

E vê se sente o meu coração bater

Se ele acelerar

É porque ele ama você

Parece até piada

Mas você percebeu

Que quando você chega

Eu começo a tremer

Se isso não for amor

Resume aí pra eu entender…

 

É o amor

Que já vem de outros carnavais

É tipo mistura perfeita

Cinema e pipoca

Cama, banho, vinho e paz

 

É o amor

Que já vem de outros carnavais

É tipo mistura perfeita

Cinema e pipoca

Cama, banho, vinho e paz

A gente combina demais…

É o amor

Que já vem de outros carnavais

É tipo mistura perfeita

Cinema e pipoca

Cama, banho, vinho e paz

 

É o amor

Que já vem de outros carnavais

É tipo mistura perfeita

Cinema e pipoca

Cama, banho, vinho e paz

A gente combina demais…

A gente combina demais…


Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse:

www.agenciaprodutora.com.br/artist/inimigos-da-hp

Facebook: facebook.com/inimigosdahp/

Instagram: @inimigosdahpoficial

YouTube: Inimigos da HP

Twitter: @inimigosdaHP


Primavera Negra - IMUNE-MT

Primavera Negra – IMUNE MT e ABONG realizam aula ao vivo sobre a “A Resistência Política das Mulheres Negras pela Consolidação da Democracia”

Com o objetivo de falar sobre o protagonismo das mulheres negras no campo político, a luta árdua pela defesa e garantia dos direitos, organizando as bases comunitárias e conduzindo processos de participação social, o Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (IMUNE MT) em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG) promove nesta segunda-feira, 21 de setembro, a Aula Inaugural do Curso Gestão Democrática e Transparência nas Organizações.

 Com o tema “A Resistência Política das Mulheres Negras pela Consolidação da Democracia”, a Aula Inaugural terá início às 19:00 do horário de MT (às 20h no horário oficial de Brasília), com transmissão ao vivo pelo Youtube e pelas redes sociais do IMUNE MT e da ABONG.

 A expectativa é apresentar ao público um diálogo sobre as diversas formas de ação política pela defesa da democracia e a luta contra o racismo é central, tendo as mulheres negras como protagonistas e legítimas impulsionadoras das transformações sociais, de acordo com Jackeline Silva, Co-fundadora do IMUNE MT e Gestora de Projetos. 

As convidadas da Aula Inaugural são ativistas negras que atuam em organizações de âmbito nacional e internacional, são elas: Débora Rodrigues - Diretora da ABONG; Elisa de Araújo - Assessora de Advocacy na Conectas Direitos Humanos e analista de relações internacionais; Naiara Leite, Coordenadora de Comunicação do Instituto Odara e Coordenadora da AMNB – Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras.

 Serviço:

Aula Inaugural “Resistência Política das Mulheres Negras pela Consolidação da Democracia”

Data: 21/09/2020

Horário: 19h de Mato Grosso (20h horário oficial de Brasília)

Transmissão ao vivo pelo Youtube e Facebook

Página do IMUNE MT: https://www.facebook.com/imunematogrosso

Página da ABONG: https://pt-br.facebook.com/associacao.abong/

Informações: [email protected], [email protected]

 


ROBERTA MIRANDA LANÇA CD DE TANGO

– Álbum marca as comemorações aos 35 anos de carreira da artista, reunindo grandes clássicos –.

 

“Roberta Tango Miranda” é o nome do álbum especial da cantora Roberta Miranda que chega às principais plataformas digitais nesta sexta-feira (18/09). Gravado em Buenos Aires (Argentina), o projeto traz a produção de Cau Bornes e direção de Valeria Lynch e reúne grandes clássicos como “El Dia Que Me Quieras” e “La Cumparsita” , além de versões em tango de “A Majestade, o Sabiá”, “São Tantas Coisas”, “Vá Com Deus” e “Madrugada Amiga”.
Escute:
 https://ps.onerpm.com/7774042108

“Este CD é um presente que ganhei de Cau Bornes, meu produtor, que participa comigo da música El Dia Que Me Quieras. É um material lindo que quero dividir com o meu público e com todos aqueles que admiram o tango. Registro aqui os meus agradecimentos também a Valéria Lynch, minha diretora, com quem divido ‘Majestade’ em tango. Convido todos vocês a conhecerem e curtirem esse trabalho! É só escolher sua plataforma preferida para escutar e bailar com a gente!”, comenta Roberta Miranda que neste mês de setembro completa 35 anos de carreira.

CD Roberta Tango Miranda
Faixas:
1 - El Dia Que Me Quieras (Gardel y Lerera) – participação de Cau Bornes
2 - A Majestade, o Sabiá (Roberta Miranda) – participação de Valéria Lynch
3 - Caminito (Juan de Dios Filiberto y Gabino Coria Peñaloza)
4 - Magrugada Amiga (Roberta Miranda)
5 - La Cumparsita (Gerardo Matos Rodriguez)
6 - A Media Luz (Carlos César Lenzi y Edgardo Donato)
7 - Vá Com Deus (Roberta Miranda)
8 - Roberta Tango Miranda (Daniel Garcia y Maria José Demare)
9 - São Tantas Coisas (Roberta Miranda)
10 - Fumando Espero (Juan Viladomat Masanas y de Félix Garzo)
Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse:

www.robertamiranda.com.br.
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Telefone para shows: (11) 3666-6115 - #blueworkeventos


Ciclo de Cinema em Cena: Relações Raciais e Desigualdades Sociais

 

DATA: 22 de setembro de 2020

HORÁRIO: 18h horário de Cuiabá.

LOCAL: Via Google Meet https://meet.google.com/ieo-nnjf-sct

INSCRIÇÕES: Por meio do Google Forms: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScNPxipm5YP0OZvuoc5zD_iq1MfSHQ3Ix8mw-O9O775FlAM0w/viewform?usp=sf_link

REALIZAÇÃO: Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação por meio do Programa de Extensão Ação Afirmativa no Ensino Superior: Articulações de Vivências e Saberes na UFMT e Coletivo Negro Universitário da UFMT por meio do Projeto Processos Educativos em Tempos de Pandemia: Diálogos Interativos sobre Relações Raciais.

SOBRE O EVENTO: O Cine debate tem enquanto foco a partir do média-metragem “Pandemia do Sistema”, de 2020, dirigido por Naná Prudencio Zalika, tecer debate sobre este momento de pandemia do novo coronavírus e quais os impactos nas vidas de pessoas negras no Brasil, visto que já lidavam com as consequências do racismo estrutural e num momento como este estão ainda mais vulneráveis socialmente.

PÚBLICO ALVO: O projeto envolve a participação de estudantes de pós-graduação e de graduação (iniciação científica) da UFMT, segmentos da educação básica (gestão, docentes, discentes, equipes técnicas e de apoio) e representantes das comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e movimentos negros.

OBJETIVO DO CINE DEBATE: Com o Cine-debate: “Ciclo de Cinema em Cena: Relações Raciais e Desigualdades Sociais” vamos discutir elementos relacionados às temáticas que aparecem nas obras audiovisuais, curtas-metragens e/ou documentários, referentes à população negra no Brasil e a partir disso dialogar e refletir sobre os desafios impostos pela pandemia em termos locais, regionais e nacionais.

INFORMAÇÕES SOBRE A MEDIAÇÃO:

José B. Franco Junior: Mestre em Antropologia Social – UFMT e graduado em Direito pela UNEMAT. Mobilizador/embaixador Politize em Cuiabá, desenvolvendo atividades de educação política na capital. Docente universitário. Pesquisador sobre antropologia afro-brasileira, comunidades quilombolas em MT. Pesquisador vinculado ao NEGRA – UNEMAT. Atualmente, vice-presidente do Fórum Mato-grossense de grupos correlatos e núcleos de estudos afro-brasileiros, indígenas e de fronteiras.

Profª Elaine Barros : Professora formada em Letras/Espanhol desde 2012 e graduanda do curso de Licenciatura em História UFMT. Coordena o grupo de estudos GEPD/Mais História – Grupo Estudantil de Prática Docente do curso de História da UFMT, no qual ministramos aulas para o projeto de cursinho comunitário PRÓ ENEM UFMT, que tem por objetivo levar informações para alunos de escola pública/ baixa renda preparando-os para a prova do Enem.

Elli Maria - é artesã; graduanda de Filosofia pela UFMT, pesquisa injustiças epistêmicas na área de epistemologia social aplicada; integrante do Coletivo Negro Universitário na UFMT; auxiliar de serviços gerais na rede municipal de educação e integrante do Coletivo Alternativa de Luta.

Lupita Amorim - multiartista, enquanto atriz, modelo, dançarina e poetisa. Graduanda em Ciências Sociais na Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT. Representante de Estudantes Negras e Negros no Conselho de Política de Ações Afirmativas da Pró-reitora de Assistência Estudantil (PRAE) da UFMT; Coordenadora do Coletivo Negro Universitário da UFMT.

SOBRE O COLETIVO NEGRO UNIVERSITÁRIO UFMT:

O CNU/UFMT é um Movimento Social Negro atuante no âmbito da academia, cujo espaço político se dá por meio processos educativos, realizando formação contínua sobre relações raciais no Brasil e onde tratamos de assuntos penitentes da nossa vivência na UFMT.

- O Coletivo Negro Universitário da UFMT (CNU/UFMT) surgiu em junho de 2013 a partir de necessidades conjuntas relacionadas a questões raciais e a universidade. O CNU/UFMT é formado por estudantes, Técnicos Administrativos da UFMT e docentes desta universidade, tendo como objetivo pautar questões pertinentes a relações raciais e Políticas de Ação Afirmativa na educação superior.

- Temos procurado e conseguido assento permanente em espaços de decisões e viabilizações de ações afirmativas na UFMT, bem como, participado junto da sociedade civil de discussões que envolvem a temática e ações do estado.

- Implementação efetiva das Leis Federais nº 10.639/03 e nº 11.645/08 já!

Dialogamos com algumas Pró-Reitorias da UFMT, principalmente com PROEG e PRAE em consideração ao conjunto de fundamentos: Constituição Federativa do Brasil/88, Lei nº 10.639/03, LDB nº 9634/06, Lei nº. 11.645, bem como a Resolução CNE/CP 01/2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Requeremos a implementação das leis em nossa universidade.

 

INFORMAÇÕES SOBRE O NEPRE

 O Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação (Nepre), realizador da Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira, foi fundado no ano 2001. Tem como objetivos principais: realizar ações pedagógicas de extensão, estudos e pesquisas sobre a dimensão racial na Educação, paralelamente à disseminação dos conhecimentos sobre o tema; nuclear pesquisadores, estudantes e interessados no tema das Relações Raciais e Educação, no que se refere a negros e afrodescendentes; divulgar os conhecimentos sobre relações raciais e educação junto à população em geral e, em especial, aos profissionais da educação; promover eventos, tais como palestras, mesas-redondas, jornadas, encontros, seminários, etc e produzir publicações sobre o tema.

 

Contatos:

E-mail: [email protected] .

Facebook: Coletivo Negro Universitário da UFMT

Instagram: @cnuufmt

 


Curso Online E Gratuito

AUTOAMOR: Antibiótico divino e vacina contra a infelicidade 

       

  Os amigos Laine Andrade e Silva e Filipe Gimenes de Freitas conheceram-se há pouco mais de um ano, mas foi sintonia e empatia à primeira vista. Desde então, eles têm feito parcerias na divulgação do Evangelho de Jesus e de temáticas sobre o autoconhecimento, espiritualidade e reforma íntima.

 

Tendo em vista a pandemia que assolou a humanidade em 2020 e tantas outras dificuldades que refletiram na vida de cada um, a Laine recebeu inspiração para fazer um curso sobre o autoamor e convidou o Filipe que ficou muito feliz com o tema e a necessidade de exercitarmos o autoamor como ferramenta divina para a própria evolução. 

 

         Pode parecer pretensão desejar ensinar pessoas a se amarem, mas o que se pretende é dividir experiências com nossos irmãos em Cristo. Os dois amigos fazem o chamamento: - Vamos abrir nossos corações e, juntos, fazer valer o que nosso Mestre nos ensinou como caminho para a autoiluminação: amar ao próximo como a nós mesmos. Eis a questão! Será que sou autossabotador(a), achando não merecer ser amado(a) e amar? Ou, ao contrário, o que sinto por mim é vaidade e egoísmo travestidos de boas intenções? Essas respostas estão dentro de cada um. Está disposto(a) a ir conosco nesta viagem de autoconhecimento?        

         O curso será realizado por videoconferência e terá 5 aulas de 1 hora cada. Além disso, terá a didática dividida em teoria, vivências e exercícios para o mergulho interior de cada um em busca do autodescobrimento e da própria valorização do ser. 

 

         A grande dificuldade da humanidade é enxergar os próprios potenciais e as deficiências a fim de que sejam trabalhadas internamente à luz do Evangelho de Jesus.

 

         O curso é inteiramente gratuito, uma vez que a Laine e o Filipe são adeptos do dai de graça o que de graça recebestes. Quem quiser participar, entre em contato pelo seguinte número por whatsapp para poder receber o link da plataforma pela qual será ministrado o curso: (65) 98104-8336.

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                   

 

 

 

 

           


Cia. dos Atores lança canal no YouTube em setembro

Peças “Melodrama”, “O Rei da Vela”, “Ensaio.Hamlet” e “Devassa”, além do projeto inédito “Kabaré online”

abrem oficialmente a programação na plataforma

 

Há 25 anos, a Cia. do Atores estreava “Melodrama” no CCBB – Rio de Janeiro. Investigando o estilo melodramático a partir de uma visão contemporânea, a companhia apresentou a premiada montagem em diversas cidades do Brasil, além de ter participado de festivais internacionais na América Latina, América do Norte e Europa. A partir de 11 de setembro, o público poderá ver esta e outras peças na íntegra no novo canal do grupo no YouTube (youtube.com/ciadosatores). Como parte do lançamento oficial do canal, além de “Melodrama” (com elenco original), estão programadas as produções “O Rei da Vela”, “Ensaio. Hamlet” e “Devassa”, além do projeto inédito “Kabaré online” – dirigido por Cesar Augusto e Marcelo Olinto, fruto de uma residência artística da Sede da Cias., coordenada pelos dois e também por Marcelo Valle. Todo o conteúdo será disponibilizado com acesso livre e gratuito.

Inspirado na obra do alemão Karl Valentin (1882 – 1948), comediante, artista de cabaré, autor e produtor de filmes, o “Kabaré online” é uma criação coletiva dos artistas residentes da Sede da Cias. O grupo, formado por 25 jovens artistas do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pará, teve apenas um encontro presencial no início de março, na Sede da Cias., no bairro da Lapa, Rio de Janeiro, mas logo depois veio a quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus. A partir daí, todos os encontros foram online. O resultado da residência será lançado no canal da companhia em quatro episódios, sempre às segundas-feiras, a partir de 14 de setembro.

 

“Nós nos organizamos em torno dessa plataforma virtual por conta da pandemia. A ideia original era apresentar os trabalhos em dezembro, na Sede, mas a quarentena mudou os planos. Foi tudo gravado, cada um filmou em sua própria casa. Foi uma adaptação da realidade que estamos vivendo. O Kabaré é fruto disso”, conta Marcelo Olinto.

 

Híbrido de linguagens, o “Kabaré online” reúne fotografias, vídeos, manipulação de imagens, cenas literais e adaptadas da obra de Karl Valentin, compondo uma dramaturgia criada pelos próprios residentes. Cada episódio traz uma investigação documental, uma trama de palavras e imagens, sem perder o aspecto explosivo próprio de um cabaré. “É um caleidoscópio de cenas. Nós investigamos e nos apropriamos da obra de Karl Valentin. Eu e Olinto atuamos como provocadores, damos o material teórico e incitamos a prática para descobrirmos os interesses e peculiaridades de cada residente, o que deu origem a uma enorme diversidade de materiais”, explica Cesar Augusto.

 

Durante o processo artístico, eles perceberam que a figura de Liesl Karlstadt, parceira de Karl Valentin, também ela artista de cabaré, era tão importante quanto a dele, mas a história foi conduzida pela mão de um homem. Como forma de jogar luz sobre essa importante atriz, o terceiro episódio é todo dedicado a ela, colocando em pauta também questões contemporâneas e urgentes.

 

“A ideia é entreter sem deixar de colocar o dedo na ferida. Estamos, por exemplo, fazendo comparações entre a Alemanha de 1930 e o Brasil da atualidade. Há uma similaridade assustadora entre a época da ascensão do nacional-socialismo alemão e os dias de hoje, com o crescimento da extrema direita no país e no mundo”, ressalta Olinto.

 

Além do “Kabaré online”, o canal vai receber espetáculos do repertório da Cia. das Atores. Para o lançamento, o grupo escolheu quatro peças: “Melodrama” (1995), “O Rei da Vela” (2000), “Ensaio.Hamlet” (2004) e “Devassa” (2010). No dia do lançamento de cada espetáculo, será disponibilizado no canal o bate-papo “Conversa com a Cia.” com os integrantes da companhia e artistas que participaram da criação das obras.

 

A disponibilização das peças “Melodrama” e “Ensaio.Hamlet” no canal da Cia. tem o apoio institucional do Programa “Cultura Presente nas Redes”, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro — SECEC RJ.

 

AS PEÇAS

 

“Melodrama” (1995)

O espetáculo é composto por três tramas que se completam e se fundem num surpreendente final. A passionalidade latina unida a uma visão contemporânea do estilo melodramático, com ênfase nos exageros típicos do gênero. Sempre com muito humor e números musicais. Assassinatos, incestos, dupla personalidade, perdas de memória e mocinhas abnegadas são embalados aqui por tangos e boleros. Texto: Filipe Miguez. Direção Geral: Enrique Diaz. Elenco: Bel Garcia, Cesar Augusto, Drica Moraes, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle e Susana Ribeiro. Cenografia: Fernando Mello da Costa. Figurino: Marcelo Olinto. Iluminação: Maneco Quinderé. Direção Musical e Música Original: Carlos Cardoso. Preparação Corporal: Lucia Aratanha. Coreografias: Jayme Arôxa. Caracterização: Renato Castelo. Adereços: Othon Spenner. Direção de Cena: Márcia Machado. Direção de Produção: Cláudia Marques. Realização: Cia. dos Atores.

 

“O Rei da Vela” (2000)

Peça em três atos escrita por Oswald de Andrade em 1933. A história gira em torno de Abelardo I, um agiota muito bem-sucedido e também oportuno fabricante de velas em um país à beira da falência. Em torno dele, gravitam vários personagens bem pitorescos, como Abelardo II, seu natural sucessor, e Heloísa de Lesbos, sua noiva, a jovem de uma família arruinada pela crise do café. O casamento dos dois simboliza a união de duas classes sociais: a burguesia em ascensão e a aristocracia rural falida. Texto: Oswald de Andrade. Adaptação: Cia. dos Atores. Direção: Enrique Diaz. Codireção: Emílio de Mello. Elenco: Cesar Augusto, Drica Moraes, Gustavo Gasparani, Malu Galli, Marcelo Olinto e Marcelo Valle. Elenco de Apoio: André Schmidt, Guilherme Miranda e Leonardo Miranda. Adaptação e Apoio Teórico: Elena Suarez. Cenografia: Gabriel Vilella. Figurino: Marcelo Olinto. Iluminação: Maneco Quinderé. Direção Musical: Marcelo Neves. Pesquisa Musical: Claudio Olivotto. Preparação Corporal: Joyce Niskier. Coreografia: Gustavo Gasparani e Joyce Niskier. Visagismo: Rose Verçosa. Direção de Cena: Márcia Machado. Produção Executiva: Leticia Jacques. Direção de Produção: Marcelo Valle. Realização: Cia. dos Atores.

 

“Ensaio.Hamlet” (2004)

A Cia. dos Atores se debruçou sobre as questões de Shakespeare no clássico “Hamlet”, para criar uma série de perguntas e experiências que são propostas e vividas pelos intérpretes. Neste ensaio sobre a peça, a Cia. convida o espectador a participar desta “autópsia” – tanto dos personagens como dos próprios atores em cena. As palavras de Hamlet servem para se falar sobre a constituição da identidade, a descoberta da aparência e do papel da arte de colocar o indivíduo frente a frente com suas questões existenciais. O resultado é um jogo que se apresenta sempre vivo, ágil e bem-humorado. Texto Original: William Shakespeare. Tradução: Millôr Fernandes. Direção: Enrique Diaz. Elenco: Bel Garcia, Cesar Augusto, Felipe Rocha, Fernando Eiras, Malu Galli e Marcelo Olinto. Diretora Assistente: Mariana Lima. Cenografia: Marcos Chave e Cesar Augusto. Figurinos: Marcelo Olinto. Iluminação: Maneco Quinderé.  Trilha Sonora e Músicas Originais: Lucas Macier, Rodrigo Marçal e Felipe Rocha. Direção de Movimento: Andréa Jabor. Preparação Corporal: Cristina Moura. Direção de Cena: Márcia Machado. Coprodução: Ferme de Buisson. ScèneNationale de Marne-La-Vallé e La Filature, ScèneNationale, Mulhouse. Produção: A.R. Produções. Realização: Cia. dos Atores.

 

“Devassa” (2010)

A Cia. dos Atores acredita no diálogo entre obras escritas para teatro, independentemente da época, como “A Caixa de Pandora”, de Frank Wedekind, uma das obras-chave do expressionismo alemão escrita entre 1892 e 1894. A diretora alemã Nehle Franke foi convidada pelo grupo para dirigir a montagem.  É uma abordagem corajosa e arrojada para a história de Lulu, onde a crueldade da fêmea encontra uma mais devastadora e letal a crueldade do macho, terminando morta por Jack, o Estripador. Texto: Frank Wedekind. Direção e Tradução: Nehle Franke. Elenco: Alexandre Akerman, Bel Garcia, Cesar Augusto, Marcelo Olinto, Marina Vianna e Pedro Brício. Cenografia: Aurora dos Campos. Figurino: Marcelo Olinto. Iluminação: Maneco Quinderé. Direção Musical: Rodrigo Marçal. Preparação Corporal: Dani Lima. Direção de Cena: Márcia Machado. Direção de Produção: Rossine de Freitas. Realização: Cia. dos Atores.

 

A CIA. DOS ATORES

 

Formada pelos atores Cesar Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle, Susana Ribeiro e Bel Garcia (in memorian), a Cia. dos Atores comemora 32 anos de atividade ininterrupta em 2020, se tornando um dos grupos de maior tempo de trabalho no Rio de Janeiro. Já recebeu os principais prêmios do teatro brasileiro. Seu repertório inclui mais de uma dezena de espetáculos, entre eles, “Melodrama”, “A Morta”, “O Rei da Vela”, “A Bao A Qu (Um Lance de Dados)” e “Conselho de Classe”, primeira parceria com Jô Bilac. Em 2018, estrearam “Insetos”, espetáculo que marcou os 30 anos de criação da companhia.

 

Mantendo sempre o mesmo núcleo de atores, esse grupo carioca, além de ter representado em festivais nacionais e internacionais, foi responsável pela direção artística de dois teatros da rede municipal da prefeitura do Rio de Janeiro: Teatro Ziembinski e Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. A sede da Cia. dos Atores, nomeada Sede das Cias., localizada na escadaria do Selarón, na Lapa, foi inaugurada em 2006. De lá para cá, a companhia já promoveu ali uma série de atividades: ensaios, treinamentos, mostras de dramaturgia contemporânea, apresentações, oficinas gratuitas e parcerias institucionais.

 

 

PROGRAMAÇÃO

 

Canal da Cia. dos AtoresYouTube.com/ciadosatores

 

Espetáculos + Conversa com a Cia. dos Atores

Sextas, a partir das 19h

11/9 – Lançamento de “Melodrama” + bate-papo sobre o espetáculo
18/9 – Lançamento de “O Rei da Vela” + bate-papo sobre o espetáculo

25/9 – Lançamento de “Ensaio.Hamlet” + bate-papo sobre o espetáculo

2/10 – Lançamento de “Devassa” + bate-papo sobre o espetáculo

 

Kabaré online

Segundas, às 19h

14/9 – “Um palhaço em meio ao caos”

21/9 – “K. Valentin - Um panorama visto de dentro”

28/9 – “Sincronicidades dos opostos”

5/10 – “Los degenerados”


Coletivo Negro Universitário da UFMT - convida entidades negras de M T para reunião online

 

Coletivo Negro Universitário da UFMT - Campus Cuiabá convida entidades negras de Mato Grosso para reunião deliberativa online

Data: 03 de setembro de 2020

Horário: 18 h horário de Cuiabá.

Local: Google Meet ( links das mídias do Coletivo Negro @cnuufmt)

Descrição:  
 
PRETOS E PRETAS DE MATO GROSSO O COLETIVO NEGRO TEM UM CONVITE PARA VOCÊ!

Vamos realizar uma ampla reunião deliberativa na qual, respeitosamente, convidamos as lideranças dos Movimentos Sociais Negros de Mato Grosso e pessoas pretas que atuam no combate ao racismo por meio de diferentes entidades para termos uma conversa propositiva sobre como podemos nos articular nesse momento de pandemia para, mais uma vez, cobrar medidas contra o racismo no Brasil e no mundo.
Participem conosco para podermos aprofundar e fortalecer as ações já realizadas pelos movimentos negros em MT!
Vamos conversar entre nós, como os/as nossos/as!
Participem e compartilhem!
É o encontro e a troca de vivências que nos fortalecem!  
Atenciosamente, 
Coletivo Negro Universitário da UFMT
 
 
 
 
 
 

Clube do Ceramista com Rosylene Pinto dia 05/09

 

Toda sexta-feira do mês acontece a edição do Clube do Ceramista.

Os primeiros encontros foram no Caldeirão de Imagens, espaço de cursos dentro do Sesc Arsenal, no Ateliê da Ceramista Nice Aretê e no Ateliê de Paty Wolff.

Nesta próxima sexta (05/09) o encontro virtual será no ateliê da ceramista Rosylene Pinto.

O Clube do Ceramista é uma iniciativa do Sesc Arsenal, que convida toda semana um ceramista a abrir as portas de seus espaços de criação.

Os encontros são das 14 hs às 15 hs pela plataforma Google Meet e o link é disponibilizado dias antes do encontro.

Acompanhe as redes sociais do Sesc Arsenal para ficar por dentro da programação e acesso aos links dos encontro

 

Sobre a artista  Rosylene

Rosylene Pinto, cuiabana, Engenheira de formação, graduanda do Curso de Licenciatura em Artes Visuais pela UNEMAT, nascida em 24/04/1969.  Desde criança, sempre gostou de tudo que era relacionado à arte, seu primeiro contato com a arte foi através do seu pai que era um excelente desenhista autodidata, e como sua avó materna que era ceramista prática que fazia seus próprios utensílios domésticos. Mas só em 1999 iniciou sua carreira artística, nas artes da pintura em tela. Hoje além da Pintura, tem como sua principal atividade artística as esculturas em cerâmica figurativa, realiza também trabalhos em xilogravuras, desenhos e fotografia.

Participou de diversas exposições:Mostra de Arte Contemporânea dos Artistas de Mato Grosso com a curadoria de Divino Sobral (2013) em Cuiabá-MT; Salão de Artes de Mato Grosso com a Obra “Conectados” escultura em Cerâmica figurativa (2014) em Cuiabá-MT; Mostra Inaugural coletiva da Galeria Mirante das Artes (2014) com a curadoria de Aline Figueiredo em Várzea Grande – MT; Salão Naif da ACUBÁ, com curadoria Heleninha Botelho (2014), na Galeria N’Artes em Cuiabá MT; Exposição Coletiva “Pintando sobre a Copa e as Belezas de Mato Grosso” (2014) MACP/UFMT em Cuiabá-MT; Exposição Coletiva de Arte Fecundo Cerrado (2014)  com a curadoria de Ruth Albernaz, Benedito Nunes  e Rosylene Pinto em Cuiabá – MT;  Exposição Coletiva Prova de Artista, Xilogravura, com a Curadoria de Imara Quadros (2015), exposição convidada para esta junto a Exposição “Poesia do Corte e da Linha” do artista Modernista de renome internacional Lasar Segall com gravuras em metal e xilogravuras em Cuiabá – MT;

 

Exposição Coletiva Cidade em Arte, com os Artistas Clovis Irigaray, Victor Hugo e Rafael Jonnier, (2016) na inauguração da Galeria de Arte Luiz Beccari em Cuiabá-MT;  Exposição Coletiva “Natureza Substantivo Feminino” Curadoria Imara Quadros e Ruth Albernaaz; 1º Salão Pan-Amazônico das Artes (2016) em Manaus-AM; Exposição individual “Toda Forma de Amor Valerá” (2017) Curadoria Imara Quadros e Ruth Albernaaz - Galeria do SESC Arsenal em Cuiabá-MT e Galeria do SESC em Rondonópolis – MT. Foi orientador no grupo do Ateliê Aberto de Xilogravura do SESC Arsenal em Cuiabá-MT (2017 e 2018), Participou da 1ª Bienal de Cerâmica de São Paulo, curadoria Fernado Zelman (2018), Exposição coletiva Internacional “ExLibris: Marca de uma identidade" Curadoria André de Miranda Sesc Tocantins (2018); Exposição coletiva Entre Formas e Cores Curadoria Vicente de Paula na Galeria Lava Pés em Cuiabá e  em Primavera do Leste-MT (2019), Exposição Coletiva Opus Magna curadoria Gervane de Paula, na Arto Galeria em Cuiabá-MT (2019), Exposição Coletiva Amamentação curadoria Ronei Ferraz, no Palácio da Instrução em Cuiabá-MT (2019), Exposição Coletiva de Artes “Rogai por Nós” Curadoria Meg Marinho na Casa Cuiabana em Cuiabá-MT (2019), Exposição Presépios do Cerrado na Sesc Arsenal em Cuiabá (2019) curadoria Ronei Ferraz.

 

 


Roberta Miranda faz live especial pela Band e YouTube

– Cantora reúne sucessos na live #TeAbraçoComaMúsica que acontecerá no dia 28/08 –

Prestes a comemorar 35 anos de carreira, a cantora Roberta Miranda desembarca nos estúdios da Band na próxima sexta-feira (28/08), a partir das 22h45, para a realização de sua quarta live, #TeAbraçoComaMúsica. A transmissão será realizada simultaneamente no programa “Música na Band” pela Band, Band FM e pelo canal oficial da artista no YouTube.

Desta vez, a eterna “Rainha da Música Sertaneja” atenderá aos pedidos dos fãs interpretando canções como “Nuvem de Lágrimas”, “Revelação”, “Estrada da Vida”, “Asa Branca” e “Esperando Você Chegar”. No repertório também estão confirmados alguns dos maiores sucessos da cantora, a exemplo de “Meu Dengo” e “A Majestade, o Sabiá”, que não poderiam ficar de fora. Outro destaque é para o single “#TeAbraçoComaMúsica”, que dá nome a live e promete agitar o público mostrando a  mistura do sertanejo com o rap. Aqui, vale ressaltar que Roberta Miranda foi a primeira artista promover a união desses dois estilos com uma parceria iniciada há alguns anos com o rapper MV Bill.

“Neste momento, nada melhor do que nos abraçarmos através da música, por isso, convido a todos vocês para curtirem a nossa live que está sendo preparada com muito carinho e dedicação! Se preparem, pois teremos surpresas”, comenta Roberta Miranda.

Serviço:

Roberta Miranda – Live #TeAbraçoComaMúsica

DATA: 28/agosto (sexta-feira)

HORÁRIO: 22h45

ONDE ASSISTIR: Pela Band TV, Band FM e no canal oficial de Roberta Miranda no YouTube.


Para saber mais e acompanhar todas as novidades, acesse:

www.robertamiranda.com.br.
Facebook: RobertaMirandaOficial
Instagram: robertamiranda
YouTube: RobertaMirandaRM
Twitter: @RobertaMiranda1

Telefone para shows: (11) 3666-6115 - #blueworkeventos


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